terça-feira, 3 de agosto de 2021

Estreia no Mundo dos ETF's e Trade

Duas coisas.


Post rápido só pra registrar meu início de mudança de "estratégia", a qual eu já vinha adiantando em algumas postagens. Isso mesmo estando razoavelmente satisfeito com a anterior.


Ontem de tarde fiz as seguintes operações, as quais me renderam até algum prejuízo evitado ou lucro econômico se alguém preferir:



Hoje (agora) fiz estas compras com o dinheiro



Concentrando mais na minha aposta principal, SAPR4, mesmo com medo da crise hídrica/energética e péssimo desempenho nos últimos trimestres. Recebeu aplicação de 90k, o que é de 8 a 9% do meu patrimônio total. Também estreei no mundo dos ETF com XMAL11 (taxa de administração bem menor que os similares) com quantia igual. 


A principal desvantagem dos ETF's brasileiros é a ausência de isenção para vendas até 20k que há nas ações. Por isso sempre evitei. Resolvi colocar menos de 8% do meu patrimônio nele agora. É só o começo. "Stock picking" continua com uns 23% dele. Razão é comodidade. Menos tempo para selecionar e acompanhar o mercado. 


Ademais, vale lembrar que de 80 a 95% da gestão ativa costuma perder para a passiva. Ok que tenho estado na minoria e vencido bem a média fazendo "timing" de mercado, mas seria pretensão achar que isso é para sempre. Vou progressivamente deixar essa meu costume para "brincar" somente com alocação entre renda fixa e variável, mudando inclusive as proporções a depender da minha sensação, já que isso tenho feito até bem nos últimos nove anos. Quando estiver indeciso, deixo tudo bem balanceado, como no momento atual. 


Sei das desvantagens, mas vale lembrar que Buffett tem perdido pro S&P nos últimos vinte anos, por exemplo. Com um caixa grande desde 2013, deixou de surfar a alta e mesmo a recuperação recente. Ou seja, até um dos maiores de todos os tempos, senão o maior, está sujeito a perder para a média. 


Não sei quando, mas futuramente tenderei a vender mais algumas ações/FII e comprar DIVO11 e/ou XFIX11.


Se aprovarem a reforma retirando a isenção até 20k também das ações vou acelerar a transição. O que sempre me impediu foi principalmente isso. Ainda consigo me beneficiar um pouco disso, mesmo com alto valor investido. 


O plano de comprar ativos no exterior ou ao menos em dólar está aguardando uma janela que nem sei se vem. A definição das regras tributárias também ajudaria muito. Espero que o Congresso avance.


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sábado, 31 de julho de 2021

Avaliação de Julho 21 (estável)

            

Avaliação Final de Julho



Passei o ano falando mal da minha "sorte" com os fundos imobiliários, mas foram minha boia este mês. Como eu já disse, tenho dificuldade pra acompanhar as altas do "Ibov" e costumo sofrer menos que ele nas quedas. Normal. Quase metade da minha RV é FII. Também tive sorte com WEGE. Resultado? Perdi para a inflação do mês, mas fui muito melhor que o "Ibov". Fiquei num "zero a zero" em um mês bem complicado pra quase todo mundo. Como aportei R$ 6.500, o patrimônio total até pôde crescer nessa medida. Criptomoedas fizeram uma graça e compensaram o pequeno prejuízo do resto da RV. 

A pressão pela retirada dos FII da "reforma" tributária felizmente funcionou e isso me beneficiou. Seria prejuízo para o investidor sardinha e pouca arrecadação adicional para o governo. Ou seja, era algo em que poderia haver sim concessão na negociação. De toda forma, ainda acho a proposta ruim no geral.

Julho de pânico no final. Mercado está temendo pelo teto fiscal. Político, em geral, só pensa em ganhar eleição e manter seus sistemas de mamatas. Ou seja, pensa essencialmente no curto prazo. Logo, até entendo o receio do mercado. Torço para que seja uma reação exagerada porém. Que a turbulência seja adiada para 2022, já que a mesma é quase inevitável em ano eleitoral. 

Mais conservador que nunca, comprei 60k de TD e estou com uns 19k de caixa de venda de ação que fiz esta semana. Na próxima decido o que fazer. 

No momento, tenho uns 30% de tudo em ações; uns 28% em FII; uns 2% em criptos e uns 40% em Selic/caixa. Acho que é a primeira vez que chego a colocar 68% em renda fixa e FII (praticamente um meio termo). Ou seja, minha RV raiz mesmo está com menos de 33%. O "eu" que começou há exatos nove anos diria que estou sendo covarde rs. 

Por enquanto, estou mais confortável com essa alocação. Importante é não ter medo de mexer radicalmente quando necessário. Fiquei mais de 80% em RV no auge da crise do corona, por exemplo. 

No ano, o Ibov ainda está um pouco melhor que minha carteira da planilha. No geral, estou um pouco melhor que ele em 2021 em razão dos lucros absurdos que tive com as vendas de criptomoedas. Houve, assim, crescimento real de patrimônio para além dos aportes.  

Dólar infelizmente voltou a subir. Não sei se algum dia haverá minha sonhada janela de migração dos R$ 4,51. Brasil tem sido instabilidade pura nos últimos anos. Quero muito chegar nas eleições bem dolarizado.

Ainda não sei quando venderei os FII.

Enfim, patrimônio crescendo ok e minha família e eu estamos conseguindo evitar qualquer Covid. Não posso reclamar muito. Mesmo vivendo esse completo nonsense chamado Brasil. 


Números do mês:


"Ibov" caiu 3.94%

Tenho hoje: 622.262,84 (carteira ações-FII) + 19.183,15 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 641.445,99. Queda de 0.32% em relação ao mês anterior.

Num mês de queda de 3,94%... "Espetacular" desempenho. Lembrei das meses de grande crise em 2020, em que a bolsa caiu bem mais que minha carteira. Nessas horas é muito bom ser defensivo. 

Tenho hoje R$ 20.353,75 na "carteira digital". Tornou-se menos de 2% da carteira. Se cair mais posso até fazer minhas primeiras novas compras desde aquelas de julho de 2017 e janeiro de 2018. Seria até interessante. 

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 412.000,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de R$ 1.074.000,00. Total aportado em tudo? Uns 575,5 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). Tenho uns 2,5k em contas a pagar que vencem nos próximos dias, porém.

Segundo a planilha, a valorização histórica da cota é de 172,2%, o que é muito bom para os nove anos de investimento. Inflação acumulada de 65,67% até então. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é cerca de 8,4% real ao ano, segundo a calculadora de potenciação). A bolsa subiu uns 117% desde a minha estreia, mas se eu quiser me comparar com o índice de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou indo bem.

Nada mal pra quem pegou duas crises terríveis.

A bolsa "fechou" o mês de julho aos 121.800 pontos. 













A.

quinta-feira, 1 de julho de 2021

Avaliação de Junho 21

           

Avaliação Final de Junho



Minha alta deste mês fraco não cobriu sequer a inflação. E as criptos dessa vez me tiraram uns 5k. Patrimônio só cresceu besteirinha devido a aporte de 6k e as merrecas da renda fixa. 

A desastrosa proposta tributária do governo ajudou a derrubar os FII e a bolsa ao mesmo tempo, em pleno cenário de otimismo com as empresas de commodities e emergentes. O único lado bom? Não apanhei do "Ibov". Perdi só por besteira. Tenho perdido por muito quando ele sobe, pois boa parte da minha carteira é FII. Ônus do conservadorismo na alocação. 

No ano ainda estou perdendo feio, Ibov alta de 6,5% contra queda de zero e algo da minha parte. Apesar disso, vale relembrar, para que eu fique mais feliz, que, na carteira geral, meio que perco por bem pouco graças à bolada que ganhei com as cripto que vendi na alta. Ou seja, não posso reclamar desse meu primeiro semestre de 2021. Meu patrimônio aumentou pouco mais de 100k e os aportes foram "só" uns 55% dessa história.

Ademais, agora estou de olho no dólar. E essa valorização do real vem sendo boa pra quem pensa em dolarizar. Meu lado "trader" ainda quer ver chegar nos R$ 4,50 pra começar a fazer isso pesadamente. Não faço ideia se chega ou se o governo quer isso. Guedes deu sinais semana passada de que gostaria do dólar em 5 mesmo. Enfim, a alta dos juros veio na hora certa pra ajudar a montar meu "plano 2022". 

A ideia é chegar no início do ano que vem com metade ou mais dolarizado. Eleições será um show de horror. Esse governo safado, pela catástrofe que foi em quase todas as áreas, merece não ter sequer 1% de votos. Infelizmente terá muito mais. Isso se não for reeleito pelo brasileiro. E o principal nome da oposição também merecia nunca mais voltar a governar nada na vida. No entanto, aparece como favorito. Alguém espalhe a notícia de que dá pra votar em outros candidatos no primeiro turno.

Minhas criptos continuaram caindo este mês. Altcoins especialmente. Bitcoin até que resiste, mas hoje em dia tenho pouco. 

Aportei 6k e não sei se poderei fazer mais que isso nos próximos meses. Inflação tá me destruindo. Não fossem os ganhos de capital, estaria bem irritado. Mais do que já estou.

Minha esperança nessa porcaria toda? Simplesmente as commodities. Não à toa meus maiores lucros desde a crise vêm das apostas que fiz nelas desde o fundo. Petro e, principalmente, Vale. Espero não errar a hora de vender, mas a aposta é pequena. Alguma coisa tem que dar certo. 

Já na vida fora da bolsa, desemprego recorde de quase 15%, inflação e conta de luz pesando, renda caindo e absurdos 515 mil mortos. Vacinação lenta, loucos e todo tipo de bandido governando e Brasil ganhando título de pior país no combate ao vírus. Nossa obrigação era ser o melhor em tudo, até pela estrutura de vacinação que nós temos, capaz de atender até 2 milhões de brasileiros por dia. Era uma dos poucos trunfos do país.

Que venha o exterior e que meus FII melhorem um pouco, pois quero vendê-los. Capaz é de cair mais. 

Enfim, patrimônio crescendo ok e minha família e eu estamos conseguindo evitar qualquer Covid. Não posso reclamar muito. Mesmo vivendo esse completo nonsense chamado Brasil. 


Números do mês:


"Ibov" subiu 0.46%

Tenho hoje: 634.967,82 (carteira ações-FII) + 62.036,37 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 697.004,19. Alta de 0.27% em relação ao mês anterior.

Num mês de alta de 0,27%... De "regular a ruim" desempenho. Muito ruim mesmo relativamente. Os FII nunca me fizeram tão mal. Más escolhas. Acontece. 

Tenho hoje R$ 18,634.30 na "carteira digital". Pelo menos neste momento. Tornou-se menos de 2% da carteira. Se cair mais posso até fazer minhas primeiras novas compras desde aquelas de julho de 2017 e janeiro de 2018. Seria até interessante. 

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 349.400,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de R$ 1.065.000,00. Total aportado em tudo? Uns 569 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 

Segundo a planilha, a valorização histórica da cota é de 173,1%, o que é muito bom para quase nove anos de investimento. Inflação acumulada de 64% até então. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é quase 9% real ao ano, segundo a calculadora de potenciação). A bolsa subiu uns 124% desde a minha estreia, mas se eu quiser me comparar com o índice de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou indo bem.

Nada mal pra quem pegou duas crises terríveis.

A bolsa "fechou" o mês de junho aos 126.801 pontos. 







A.

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Avaliação de Maio 21

          

Avaliação Final de Maio



Mês igual aos meus últimos, sei lá, dez ou doze. Crescimento de patrimônio satisfatório e desempenho no combo "ações-FII" bem insatisfatório.

Este mês a disciplina em vender criptos sempre que alcançarem representatividade acima de 5% me salvou de um prejuízo razoável. "Só" perdi uns 10k com as desvalorizações em relação ao topo do começo de maio. E "só" perdi 5k em relação ao fim do mês passado, contando o valor que "embolsei" e ficou, assim, protegido. Estaria chorando mais agora. É duro vender na alta, mas este mês isso acabou sendo bom. "Sell in may" foi uma boa no campo das criptos.

Já na bolsa, mais um ano em que quem seguisse o ditado iria se ferrar. Funcionou muito só na década de 10. Mercado acionário teve seu melhor voo mensal. Como estou só 33% de tudo em ações, aproveitei bem menos do que poderia. Pra piorar meu maio, meus FII tiveram desempenho especialmente ruim. Pior até que o IFIX, acho. O que era pra ser um excelente mês devido às ações, foi bem aquém devido aos FII e às criptoquedas. Faz parte. Pelo menos o patrimônio total ainda conseguiu subir uns 14k. Finalmente voltei aos 7k de aporte, responsável por metade do acréscimo, portanto. Que seja disso pra cima até o fim do ano.

Brasil? O país continua deprimente e no mais alto grau de incompetência em quase todas as áreas, mas felizmente as commodities estão vindo novamente em nosso resgate. Só assim para compensar o descaso dos nossos poderes, especialmente o federal, que surpreendeu mesmo os pessimistas. Creio que tendem a perder as eleições, inclusive, mas aí já é futurologia. Tudo muito longe ainda. 

Vou começar a planejar dolarização. Total? Ainda não sei. Porém, já estou convicto da conveniência dessa reviravolta radical no método. Quero aproveitar a pequena desvalorização pra realizar essa intenção. Sei que o Real ainda pode se apreciar bem mais em relação ao dólar se estivermos mesmo num novo superciclo de commodities, mas o contrário também é possível, ainda mais com incertezas eleitorais, sem um nome que agrade bastante o mercado. Próximos dois ou três meses faço isso. Ou menos, sei lá. Possivelmente escolherei a Passfolio pra fugir do spread cambial da Avenue. Ou a IB, de olho nos ETF's de acumulação irlandeses. 

O balanço do ano financeiro até agora nem está ruim, especialmente devido às criptos. Comecei o ano com 963 mil e agora estou com quase 100 mil a mais que isso. Aportei uns 48 mil desde então (excluindo os aportes que são mera transferência). Ou seja, estou ganhando mais de 5% numa inflação de 2,3%. A bolsa está positiva em 6% no ano. Então minha fraca exposição na mesma até agora não me trouxe relevante "prejuízo". 

De toda forma, investindo no exterior posso ter retornos parecidos ou até melhores com os que tenho aqui com menos volatilidade. 

Nada garante que a "janela cambial dos R$ 3 ou menos" vai se abrir novamente um dia. Até acho 50% provável, mas ok. Se fosse muito mais que isso, o mercado já teria feito cair num ritmo mais forte. Terei perdas nessa transição. Spread, IOF e uns 10k de IR nas vendas. Futuramente recupero, espero eu.

Ainda estou pensativo sobre vender tudo por agora porque os FII estão em baixa. E eu odeio vender ativo em baixa. Vou dar um ou mais meses para ver se algo sobe.

Enfim, patrimônio crescendo ok e minha família e eu estamos conseguindo evitar qualquer Covid. Não posso reclamar muito. Mesmo vivendo esse completo nonsense chamado Brasil. Que venha a vacina, que está ficado menos longe. Já vejo luz no fim do túnel.


Números do mês:


"Ibov" subiu 6,15%

Tenho hoje: 657.138,82 (carteira ações-FII) + 31.966,37 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 689.105,19. Alta de 1,63% em relação ao mês anterior.

Num mês de alta de 6,15%... "Péssimo" desempenho. Muito ruim mesmo relativamente. Os FII nunca me fizeram tão mal. Más escolhas. Acontece. 

Tenho hoje R$ 24,915.15 na "carteira digital". Pelo menos neste momento. algum medo. Mesmo sendo "apenas" pouco mais de 2% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Compras a preços baixos há três anos e pouco. 

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 348.500,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de R$ 1.062.500,00. Total aportado em tudo? Uns 563 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 

Segundo a planilha, a valorização histórica da cota é de 172,3%, o que é muito bom para quase nove anos de investimento. Inflação acumulada de 62,4% até então. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é uns 9,3% real ao ano, segundo a calculadora de potenciação). A bolsa subiu uns 123% desde a minha estreia, mas se eu quiser me comparar com o índice de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou indo bem.

Nada mal pra quem pegou duas crises terríveis.

A bolsa "fechou" o mês de maio aos 126.215 pontos. 










A.

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Avaliação de Abril 21

         

Avaliação Final de Abril


Mais um mês de aporte menos alto que o normal. Seis mil.

Como será visto, mês parecido com o anterior, mas menos extremo. 

Como continuo com medo das grandes "criptoquedas", devo novamente embolsar boa parte do lucro e manter uns 30 mil "pra engorda". 

Continuo insatisfeito com o desempenho das minhas ações, porém. Perdi por muito de novo e estou quase 2,5% atrás do índice no ano. Que farei então? Manter a carteira. 

A felicidade com 2021 é que as criptos estão compensando esse "gap" com folga até. Altcoins voando. Patrimônio crescendo num ritmo até acima do que eu esperava. Tenho pretensões bem modestas para ele depois de tantos anos bons.

Enfim, mais um mês em que o mercado maluco que vivemos não desabou. Que continue assim. Prefiro. Mesmo pronto.

A vacina ainda está com freio de mão puxadíssimo. É ficar vivo até ela sair direito. Quem sabe não resolvem trabalhar um pouco mais em vez de contar mentiras.


Números do mês:


"Ibov" subiu 1,93%

Tenho hoje: 636.683,27 (carteira ações-FII) + 9.396,86 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 646.080,13. Alta de 0,22% em relação ao mês anterior.

Num mês de alta de 1,93%... "Péssimo" desempenho. 

Tenho hoje R$ 55,164.72 na "carteira digital". Pelo menos neste momento. Dá certo medo. Mesmo sendo "apenas" menos de 6% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Compras a preços baixos há três anos e pouco. 

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 347.250,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de R$ 1.048.505,00. Total aportado em tudo? Uns 556 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 

Segundo a planilha, a valorização histórica da cota é de 168%, o que é muito bom para pouco mais de oito anos e meio de investimento. Inflação acumulada de 62% até então. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é uns 9,3% real ao ano, segundo a calculadora de potenciação). A bolsa subiu uns 105% desde a minha estreia, mas se eu quiser me comparar com o índice de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou indo bem.

Nada mal pra quem pegou duas crises terríveis.

A bolsa "fechou" o mês de abril aos 118.893 pontos. 






A.

quarta-feira, 31 de março de 2021

Avaliação de Março 21

        

Avaliação Final de Março


Vivi um mês de gastos excepcionais, mas necessários, logo, só pude aportar cinco mil. Bem incomum isso.

Como sempre, em mês de forte recuperação do índice da bolsa, meu rendimento total acompanha com freio de mão puxado em razão dos FII, que são os que me salvam na queda, geralmente. Ou seja, perdi muito feio este mês. Mais do que devia até, já que devolvi mais que as duas "vitórias" anteriores. Enfim: Ibov 6 x 2 eu. Porém, é aquela história. Não vou reclamar tanto do primeiro mês positivo do ano na bolsa. E as criptos continuaram ajudando meu patrimônio a crescer. No ano estou positivo até, graças a elas, enquanto a bolsa continua 2% negativa. Logo, estou "triste", mas "feliz". 

O suposto aporte gordo que apareceu aí - e tem aparecido todo mês - nas tabelas são, na verdade, meras valorizações de BTC que ando vendendo parcialmente, conforme estratégia anunciada há meses. Senão seriam só os cinco mil mesmo. As ouras moedas estão indo bem nos últimos meses até. Algumas até bem mais que o próprio Bitcoin. Felicidade.

Enfim, mais um mês em que o mercado maluco que vivemos não desabou. Que continue assim. Prefiro. Mesmo pronto.

Minhas "jogadas" têm sido até boas por enquanto. PETR4 no caos... KNCR11 quando ninguém queria... Apostas assim. O que vem matando é meu lado "fundamentalista" mesmo. Carregando boas empresas que não estão em bom horizonte conjuntural. Enfim, faz parte. No geral, continuo sem poder reclamar. 

Inclusive a renda fixa vai diminuir o juro real ao que parece. Ótimo que meu canhão anticrise fica mais fácil de carregar. No mais, o resumo do meu sentimento desde a crise continua o mesmo:

A década inteira fiz quase "all-in" em bolsa e deu muito certo para mim, basta ver a valorização da cota. Porém, desde que cheguei na quantia que queria, resolvi priorizar risco um tanto menor. 

A vacina ainda está com freio de mão puxadíssimo. É ficar vivo até ela sair direito. Quem sabe não resolvem trabalhar um pouco mais em vez de contar mentiras.


Números do mês:


"Ibov" subiu 5,99%

Tenho hoje: 638.745,50 (carteira ações-FII) -103,02 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 638.642.48. Alta igual a queda do mês passado de 2,09% em relação ao mês anterior.

Num mês de alta de 5,99%... "Péssimo" desempenho. 

Tenho hoje R$ 36,483.83 na "carteira digital". Pelo menos neste momento. Dá certo medo. Mesmo sendo "apenas" pouco menos de 4% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Compras em agosto de 2017 e julho de 2018. 

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 346.500,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de um milhão (olha ele aí) e vinte um mil e seiscentos e vinte e cinco reais. Total aportado em tudo? Uns 550 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 

Segundo a planilha, a valorização histórica da cota é de 167,4%, o que é muito bom para pouco mais de oito anos e meio de investimento. Inflação acumulada de 61% até então. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é uns 9,4% real ao ano, segundo a calculadora de potenciação). A bolsa subiu uns 102,5% desde a minha estreia, mas se eu quiser me comparar com o índice de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou indo bem.

Nada mal pra quem pegou duas crises terríveis.

A bolsa "fechou" o mês de março aos 116.633 pontos. 







A.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Avaliação de Fevereiro 21

       

Avaliação Final de Fevereiro


Alegria de pobre dura pouco II. O final de cada mês agora vem sendo frustração da festa do "meio". Continuo fechando abaixo do milhãozinho que vejo durante o mês inteiro. Governo, com tudo na mão, atrapalhando pela milésima vez; mercado internacional temendo a inclinação da curva de juros etc. Será que descobriram enfim que os preços estão meio fora do lugar? Não guardo 400k fora das oscilações bruscas à toa. Preferia altas, mas estou preparado para as baixas se for o jeito. 

Fevereiro foi uma porcaria. Quase tão ruim quanto o de 2020. O decréscimo na minha carteira "não-digital" foi compensado, porém, por mais uma forte alta dos criptoativos e fiquei meio que no zero a zero. Grato, Musk. Patrimônio diminuiu apenas o que gastei consumindo mesmo, acho. 

Pretendo continuar vendendo cripto sempre que ultrapassar uns 5% da carteira. 

Tive desempenho bem superior ao Ibov - pelo menos isso - por dois motivos: FII ficaram estáveis e fiz uma "jogada" que, por enquanto, foi boa, de comprar PETR4 a R$ 21,45. Talvez me arrependa num futuro próximo, sei. Vamos vendo. 

O dinheiro da venda de parte do BTC foi para KNIP11, que é quase como uma renda fixa. Estou com 83k em fundos de papéis (Selic e inflação) e 338,5k em renda fixa. É a parte de mim que tem receio da crise nessa recuperação nem um pouco saudável. Parte longe das oscilações bruscas que ela pode provocar. 

Inclusive dividi minha renda fixa em três partes. Tesouro selic, Nuconta e um fundo de inflação de taxa irrelevante. Tudo com liquidez imediata, claro. Estratégia.

A década inteira fiz quase "all-in" em bolsa e deu muito certo para mim, basta ver a valorização da cota. Porém, desde que cheguei na quantia que queria, resolvi priorizar risco um tanto menor. 

A vacina ainda está com freio de mão puxadíssimo. É ficar vivo até ela sair direito. Quem sabe não resolvem trabalhar um pouco mais em vez de contar mentiras.


Números do mês:


"Ibov" caiu 4,37%

Tenho hoje - 595.671,35 (carteira ações-FII) + 6.867,87 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 602.539,22. Queda de 2,09% em relação ao mês anterior.

Num mês de queda de 4,37%... "Ótimo" desempenho graças aos FII. 

Tenho hoje R$ 46.000,00 na "carteira digital". Pelo menos neste momento. Dá certo medo. Mesmo sendo "apenas" pouco menos de 5% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Compras em agosto de 2017 e julho de 2018. Quem tá segurando é uma resistência que, se perdida, não sei no que vai dar.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 346.500,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 995 mil reais. Total aportado em tudo? Uns 545 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 

Segundo a planilha, a valorização histórica da cota é de 162%, o que é muito bom para pouco mais de oito anos e meio de investimento. Inflação acumulada de 60% até então. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é uns 9,2% real ao ano, segundo a calculadora de potenciação). A bolsa subiu uns 98% desde a minha estreia, mas se eu quiser me comparar com o índice de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou indo bem.

Nada mal pra quem pegou tanto período ruim.

A bolsa "fechou" o mês de fevereiro aos 110.035 pontos. 






A.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Avaliação de Janeiro 21

      

Avaliação Final de Janeiro


Alegria de pobre dura pouco. Cheguei a ver meu milhãozinho mais alguma coisa. Sumiu. Voltou de ontem pra hoje de manhã, mas sumiu de novo no fechamento. 

Mês que pareceu a subida que precedeu a crise 2020 da Covid. Buscou o topo histórico e depois foi caindo no fim do mês. Em fevereiro 2020 ainda deu uma respirada no meio pra cair de vez a partir de dia 19 ou foi dia 20. Enfim, que um raio não caia duas vezes no mesmo lugar! Se cair, tenho ainda mais bala esse ano pra me dar bem com a estratégia de raspar  o fundo. Não torço pra isso, porém, por todos os motivos do mundo.

BTC continuou maluca/subindo. Tanto que vendi mais uma camada de 30k - antes dos 40k dólares - e trouxe pra FII. O futuro da moeda? Na real ninguém nunca sabe. Porém, quero que fique no máximo uns 5% do meu patrimônio total. Devo deixar entre 3 e 5%. Chega de riscos. No topo de 2017 chegou a mais que 10% antes de evaporar. Foi meio tragicômico.

Depois de duas altas incríveis, a bolsa caiu significativamente e minhas apostas não evitaram muita coisa. SAPR e TRIS anularam com folga a minha alta mensal em WEGE. Já PSSA e VALE ficaram meio paradonas, o que em um mês como este nem reclamo. Fim das contas, só cai menos que o índice porque incluo os FII na comparação (o que geralmente me dá desvantagens em altas da bolsa). 

Meu aporte foi gigante devido aos BTC vendidos e também um bom dinheiro que recebi início do ano como já tinha previsto. Isso apareceu aí na tabela como quase 60k. Por enquanto coloquei quase tudo em KNCR11, para ganhar algo caso o BC mude a estratégia e a SELIC volte a subir algo, alta que certamente derreteria um pouquinho os outros FII.

Com 350k na renda fixa e 50k em KNCR11, imagino que estou com um bom canhão de proteção em 2021. Vou perder um bom dinheiro pra inflação, que está uns 2 p.p. acima do juro real de aplicações de liquidez imediata, mas tudo bem, faz parte da estratégia. E se não tiver crise? Ótimo, ganho com valorização das minhas ações e talvez FII. 

Enfim, deu pra entender a lógica do que é importante para mim agora. Menos risco e possibilidade de aproveitar "promoções" em tempos de métricas de mercado tão esticadas.

A década inteira fiz quase "all-in" em bolsa e deu muito certo para mim, basta ver a valorização da cota. Porém, desde que cheguei na quantia que queria, resolvi priorizar risco um tanto menor. 

Como meu patrimônio pôde aumentar bem em janeiro com tanto trovão? É simples. Além de uns 30k aportado, surfei a alta mensal do BTC e de algumas altcoins que tenho, que salvaram o prejuízo da bolsa e ainda deu um lucrozinho.

O futuro da bolsa? ... Por um lado, "Ibov" deflacionado ou dolarizado ainda está bem abaixo de 2008 e em valor não muito diferente de outubro de 2014. Porém, a economia real mundial e brasileira não inspiram confiança.

A vacina ainda está com freio de mão puxadíssimo. É ficar vivo até ela sair direito. Quem sabe não resolvem trabalhar um pouco mais em vez de contar mentiras.


Números do mês:


"Ibov" caiu 3,31%

Tenho hoje - 581.716,99 (carteira) + 11.259,59 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 592.976,58. Queda de 2,96% em relação ao mês anterior.

Num mês de queda de 3,31%... "Bom" desempenho graças aos FII. 

Tenho hoje R$ 53.350,00 na "carteira digital". Pelo menos neste momento. Viva as altcoins! Dá certo medo. Mesmo sendo "apenas" pouco mais de 5% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Compras em agosto de 2017 e julho de 2018.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 350.140,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 996,5 mil reais. Total aportado em tudo? Uns 545 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 

Segundo a planilha, a valorização histórica da cota é de 167,6%, o que é muito bom para pouco mais de oito anos e meio de investimento. Inflação acumulada de 59,6% até então. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é uns 9,4% real ao ano, segundo a calculadora de potenciação). A bolsa subiu uns 104,5% desde a minha estreia, mas se eu quiser me comparar com o índice de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou indo bem.

Nada mal pra quem pegou tanto período ruim.

A bolsa "fechou" o mês de janeiro aos 115.067 pontos. 







A.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Post Simbólico do Milhão (e o tal do Bitcoin)


Post idiota, mas vamos lá.

Meus investimentos de 2021 começaram tão fracos quanto fim de 2020. SAPR4 e TRIS3 continuam anulando as outras altas e etc. 

Porém...

Eis que pela primeira vez na vida eu vejo o tal do milhão. Não muda qualquer coisa e amanhã já pode cair uns 5% tudo e pronto. Ademais, desde que comecei a brincadeira em julho de 2012 houve uma considerável inflação de 56% mais ou menos. 

De toda forma, dá uma alegria simbólica pelo sucesso na missão de ter chegado num valor maior do que eu preciso ou almejava. Nunca tive essa pretensão. Vou inclusive gastar grande parte das rendas com coisas úteis, não com o próprio umbigo.

Inclusive vendi 30 mil em BTC de novo ontem e agora os 52 mil que sobraram já são uns 57 mil. Mais ações, FII, TD e Reserva de emergência na poupança = 1 milhão e dois aluguéis. Não caindo muito nos próximos meses, está ótimo.










A.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Avaliação de Dezembro 20

     

Avaliação Final de Dezembro


Sei o que dizer não. Rendimento no ano totalmente acima das minhas melhores previsões e expectativas. Ganhei uns 250 mil este ano e o patrimônio vai chegar a 984 mil nos próximos dez dias (recebo 21 mil no dia oito). Isso mesmo tendo aportado "só" uns 100 mil. A estratégia resultou em muitas vendas na alta e muitas compras nas baixas. Em tese, quase o sonho de todo mundo para o ano. 

Tendo em vista tudo isso e isolando o fator horrível de perdas humanas (felizmente nenhuma perto de mim) em 2020, por que não "soltar fogos" nessa "virada"? Pois bem, por dois motivos. Não fui bem em novembro e dezembro. Não consegui prever bem as empresas que melhor surfariam a onda Ibov 105k a 120k. Ademais, fiz vendas este mês e reduzi a exposição à bolsa, perdendo uma partezinha da alta. 

Além de tudo, deixei de seguir algumas intuições fortes, baseada em alguns dados que andei vendo, que me deram, como recomprar PETR4 a 20 dias antes que começou a disparar até 28. Essas coisas dão uma raiva, mas é normal. Resumindo, tudo poderia ter sido ainda melhor. Meu rendimento relativo ao "Ibov" no segundo semestre deixou a desejar em relação ao primeiro, mas pelo menos fiquei bem na frente dele no ano. Isso sem falar do Bitcoin.

Nem acho que o raio vai cair duas vezes no mesmo lugar, mas, como estou terminando 2020 com situação financeira/patrimonial absolutamente confortável para minhas pretensões, as quais são muito inferiores ao pessoal da finansfera que já está na casa dos milhões ou até de dezena de milhão, mais motivo haverá para eu colocar um bom caminhão de dinheiro na renda fixa novamente. De novo um terço, que agora é 330k em vez de 250k.

Assim sendo, repito tudo que disse há doze meses. Devo, a partir de agora, crescer bem menos que a bolsa, na maioria do tempo, e ficar tranquilo com isso. Um terço em cada coisa. Ação - FII - RF. É o seguro anticrise. Funcionou muito bem este ano. 

A década inteira fiz quase "all-in" em bolsa e deu muito certo para mim, basta ver a valorização da cota. Porém, desde que cheguei na quantia que queria, resolvi priorizar risco um tanto menor. Em tese, como foi a pior década da bolsa brasileira em sei lá quanto tempo, há algum motivo para otimismo na próxima. Brasil meio que não tem muito como piorar. Ainda assim, vou me abster da mesma exposição de antes. 

Enfim, após fazer esse balanço geral, não estou muito chateado com esse bimestre insatisfatório, especialmente porque a sorte que eu não tive na bolsa eu tive nos meus 0.67 BTC, que saíram de 14k pra quase 30k desde 1º de novembro. Inclusive reduzi a exposição pela primeira vez na vida. Vendi quase 30 mil e mandei para renda fixa. Do contrário ia chegar a uns 10% do meu patrimônio. Eu não queria esse risco. Vendi a 22k e algo. 

Obviamente eu não sabia que ia a 29k, mas a regra é não me sentir confortável com cripto sendo mais que uns 5 ou 6% do meu patrimônio total. Sou conservador nesse sentido. Inclusive devo vender mais um pouco nos próximos dias, pela mesma razão.

Já estou com apenas um terço em bolsa novamente. Vendi bastante este mês. Parte dia 04 e parte esses últimos dias. Retiradas estão abaixo na planilha, Prefiro ir para 2021 assim, como já expliquei. 

Aportes vou ver se aumento um pouquinho. Tenho aportado 7 mil. 

FII foram legais no mês até. Melhor só o inesquecível dezembro de 2019. No ano, não muito. Espero que não apanhem muito se a SELIC voltar a subir meio do ano que vem. 

O futuro da bolsa? Estou perdido. Por um lado, "Ibov" deflacionado ou dolarizado ainda está bem abaixo de 2008 e em valor não muito diferente de outubro de 2014. Porém, a economia real mundial e brasileira não inspiram confiança.

Minha torcida obviamente é para que tudo continue subindo, a economia se recupere de verdade e o governo finalmente tome vergonha na cara e pelo menos inicie a vacinação um pouco depois dos outros só. É o mínimo que pode fazer depois de tanta incompetência. Precisamos de um retorno à normalidade em 2021. Meu principal e humilde desejo.

Então é isso. Obrigado, BTC e plano que montei em dezembro de 2019! Salvaram meu 2020.


Números do mês:


"Ibov" subiu impressionantes 9,28%

Tenho hoje - 551.225,59 (carteira) + 39,15 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 551.264,74. Alta de 5,26% em relação ao mês anterior.

Num mês de alta de 9,28%... "Péssimo" desempenho e não foi só culpa da diminuição da exposição em ações. SAPR4 me aprontou no último dia, por exemplo.

BTC cheguei a ter 81 mil. Como expliquei, vendi 30 mil. Continuou subindo e tenho hoje R$ 61.400,00 na "carteira digital". Inacreditável. Dá certo medo. Mesmo sendo "apenas" uns 6 ou 7% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Compras em 2017 e 2018.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 350.360,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 963 mil reais. Total aportado em tudo? Uns 515 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). Com os 21 mil já agendados para eu receber nos proximos dias: 984 mil reais! Nada mal pra quem pretendia a metade disso ou pouco mais até 2020.

Segundo a planilha, a valorização histórica da cota é de 175,6%, o que é muito bom para oito anos e meio de investimento. Inflação acumulada de 56% até então. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é mais de 9,7% real ao ano, segundo a calculadora de potenciação). A bolsa subiu uns 112% desde a minha estreia, mas se eu quiser me comparar com o índice de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou indo bem.

Nada mal pra quem pegou tanto período ruim.

A bolsa "fechou" o mês de dezembro aos 119.017 pontos. 







A.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Rali de Natal: Hora de Vender?

Complementando meu relatório do mês que postei ontem. Susto com a valorização de hoje. Olhei o resultado do dia aqui no home broker e tinha R$ 15.000 a mais que ontem. 

 

Fim de dezembro de 2019, no auge do otimismo financeiro, vendi boa parte das ações para fazer colchão de "TD" para uma possível crise em 2020.

 

Confirmei que devo receber uns R$ 35.000 nos próximos 50 dias, pelo que calculei aqui, de renda do trabalho, já a partir de amanhã. Pois bem, vou pensar direitinho pela noite e observar esse cenário parecido com o otimismo de fim de 2019. Nem nos meus melhores sonhos eu esperava estar tão azul agora nas valorizações e com patrimônio tão alto para minhas condições. Sou conservador nos investimentos inclusive.


Por tudo isso, salvo uma queda razoável amanhã, devo vender uns 20% da minha carteira de ações - R$ 100 mil reais - e mandar para TD para se juntar aos 102k que já tem lá. Novo colchão. Antecipar o movimento que faria ao fim do ano. 


Ademais, devo vender mais 100 a 150k ou fim de dezembro ou em janeiro. Mesmo movimento. Para o TD.


Acho que vamos ver grandes quedas em 2021? Não. Estou otimista até. Porém, eu também estava em dezembro de 2019 e também vendi mesmo assim.


Se continuar subindo, ainda estarei feliz, pois nunca terei menos que um terço em ações. Não sou tão conservador quanto pareço, porém, pois também vou ter de um terço ou mais em FII.


segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Avaliação de Novembro 20

    


Avaliação Final de Novembro


Eu deveria estar em êxtase. 
Já se fala em vacina para dezembro no Reino Unido. Segundo melhor mês do ano para mim. O mês "bull" que todo mundo esperava enfim! Resultou na maior valorização total histórica de cota dos meus oito anos e pouco de investimento. Recorde histórico patrimonial, superando um 900k que eu jamais sonhei a sério neste ano ou mesmo em qualquer ano antes para 2020. 

Digo mais: o ano vai chegando ao fim e driblei a crise com relativo sucesso, sendo que minha carteira de renda variável sobe uns 7,33%, numa estimativa aproximada, enquanto o "Ibov" caiu uns 5,7%. E, pra melhorar tudo, boa parte do dinheiro estava na renda fixa ou nas cripto em boa parte das quedas de fevereiro e março. Agradeço sempre a sorte que tive "nessa".

Ou seja, salvo desastre total em dezembro, o ano será de manobras muito boas nessas águas turbulentas. Saindo de 730 mil de patrimônio no fim de janeiro de 2020 para 900 mil e pouco, tendo aportado "apenas" uns 90 mil no ano.  

Apesar de tudo isso, estou é meio irritado com o péssimo desempenho da minha carteira este mês. Os papéis que puxaram o "Ibov" estão longe de ser os meus. Teve papel até que desempenhou negativo em um mês absurdamente positivo. Faz parte, mas fazer só 8% num mês que o "Ibov" fez 16 é algo por que nunca passei nem perto na vida. O máximo que já perdi para o índice foi por três pontos percentuais.

Pior que não vou mexer na carteira. Vai de encontro à minha filosofia mudar baseado em resultado de mês. Ainda que todo o segundo semestre esteja sendo bem fraco para mim em comparação ao "Ibov" (ao contrário do excelente primeiro), só vou alterar a carteira depois de um resultado inverso. Ele chegue ou não. Isso porque, no fim das contas, considero uma boa carteira. Vou manter a maioria e ver o que dezembro me reserva nessa decisão.

Porém, quero começar a reduzir, por conservadorismo, minha posição em renda variável. Talvez eu venda 100k este mês e mais 100 ou 150k em janeiro. Estou pensando o melhor jeito de fazer. Já tenho mais patrimônio do que esperava e precisava ter. Não sou gastador e tudo mais. Quero só que minha carteira me incentive a isso um pouco. Que pare de tomar porrada do índice. 

Felizmente deve entrar uns 30 mil reais e tanto na minha conta nos próximos 50 dias. Isso permitirá começar fevereiro de 2021, salvo desastre, com um bom aumento patrimonial. Perto até do simbólico milhão, algo que eu sequer pretendi ter em mãos algum dia.

Ainda estou pensando em dar um jeito de recuperar minhas PSSA3. Gosto de uma ação conservadora de bons fundamentos. 

Perspectivas? Não sei. Por um lado, não vejo fundamentos sólidos na recuperação do mercado financeiro como um todo. Talvez longe disso. O que posso dizer de positivo é o que lembro sempre e segue abaixo:

O topo de 119 mil pontos vai ficando distanteO "Ibov" deflacionado ou dolarizado é ridículo perto dos topos de 2007, 2008 e 2010. Até 2014 tinha um índice melhor. 

Alegria do mês foi novamente BTC. Compensou uma parte pequena da minha falta de desempenho em relação ao Ibov. O ruim é que, com isso, vai se aproximando de 10% da minha carteira. Ou seja, é bem provável que venha venda. A(s) primeira(s)!


Números do mês:


"Ibov" subiu absurdos 16,09%

Tenho hoje - 715.858,79 (carteira) + 144,14 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 716.002,93. Alta de 8,29% em relação ao mês anterior.

Num mês de alta de 16,09%... "Pior" desempenho que já tive.

BTC depois que rompeu a muralha de gelo saiu voando loucamente por aí e bate nos recorde histórico nominal em dólar, ao menos neste momento. Tenho hoje R$ 71.500,00 na "carteira digital". Inacreditável. Dá certo medo. Mesmo sendo "apenas" uns 8% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Lucro extraordinário por enquanto. 

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 115.000,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 902,5 mil reais. Total aportado em tudo? Uns 504,5 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

Segundo a planilha, a valorização histórica da cota é de 161,9%, o que é muito bom para oito anos e poucos meses de investimento. Inflação acumulada de 55,1% até então. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é mais de 9,5% real ao ano, agora que usei uma calculadora de potenciação). A bolsa subiu uns 92% desde a minha estreia, mas se eu quiser me comparar com o índice de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou indo bem.

Nada mal pra quem pegou tanto período ruim.

A bolsa "fechou" o mês de novembro aos 109.074 pontos. 








A.