quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Avaliação de Novembro 22 (bem leve queda)

                           

Avaliação Final de Novembro


Estive com o pior ETF possível para o mês. SMAL entregou tudo que conquistou nos últimos meses. O cenário para os juros voltou a ser complicado. Lado bom do mês? Alguma recuperação dos estrangeiros. Enfim, eu já esperava que eu pudesse me dar mal em novembro, pois mais de um terço da minha carteira sofre quando a perspectiva fiscal piora. Foi assim sempre que se aprovaram aumentos nos auxílios e bolsas. Normal.


Como eu disse mês passado, minha perspectiva para o Brasil sempre foi negativa. Ao menos desde a pandemia. Eu vivia com quase 100% na era Temer. Há muito tempo que parei com isso.


Ao que parece, a Sproutfi vai tentar manter as coisas de forma parecida com a Passfolio. Vou dar uma chance. 90% de tudo está na IBKR mesmo...


Este mês finalmente foi de grande economia. Sobrou bem mais dinheiro na Nuconta. Ou seja, aporte involuntário em renda fixa.


Quanto ao ano, segue o quase zero a zero. O sonho, mais distante agora, é ganhar da inflação. Teria que ter um dezembro de uns 5%. Muita coisa funcionar.



Números do mês na renda variável nacional:


"Ibov" caiu 3,06%Fechou o mês de novembro aos 112.486 pontos. 


Tenho hoje: R$ 444.359,23. Baixa de 6,57% em relação ao mês anterior. Resultado péssimo se comparado ao índice.




Resto do patrimônio nacional:


Renda fixa nacional soma R$ 132.074 (124.627 + 5.048 + 2.275 + 24 + 100). 


Total do patrimônio nacional: R$ 576.433. Uns 5% a menos que o mês passado. 


Criptoativos:


Tenho hoje R$ 8.093 na "carteira digital". Tornou-se menos de 1% da carteira. Compras de julho de 2017 a janeiro de 2018.


Números do patrimônio internacional:


IBKR: Total de $98,720.74 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,19, daria R$ 512.360. Houve uma valorização total em dólares de uns 5.22% no mês de novembro. Em reais, um valorização de uns 5,5%. Mais de 25 mil a mais que o mês passado.






- Sproutfi: Total de $ 9.302,65 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,19, daria R$ 48.277. No mês, a alta aqui foi cerca de quase 5% em dólar. Em reais, idem. Quase 5%.



Total do patrimônio internacional? $108.023 ou aproximadamente R$ 560.641

Isso dá uma alta de 5,32% em relação ao mês anterior



PATRIMÔNIO TOTAL


Juntando patrimônio nacional, internacional e criptoativos, meu poder de compra total em moeda nacional é atualmente cerca de R$ 1.145.167. Um tanto menos que o mês passado. Caiu 0,41% no mês. Total aportado em tudo? Uns 675 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 


Valorização histórica e comparações:


Segundo a planilha de todos os investimentos, a valorização histórica da cota geral é de 199,8%, o que é muito bom para dez anos e pouco de investimento. Rendimento líquido acima da minha meta de 4% real ao ano. Agradeço às criptos.


Farei abaixo umas comparações injustas comigo, pois minha rentabilidade já está quase toda descontada de impostos, ao contrário das abaixo. 


CDI desde minha estreia na bolsa valorizou uns 136%. 


IMAB rendeu 174%.


IHFA (uma coletânea de bons fundos) rendeu 172,5%.


...Um Alaska BDR da vida uns 150%.


IPCA acumulado deu 84,6% até então. 


IGP-M do período? 136,7%.


Ibov teve valorização acumulada de quase 100% até então.


Poupança rendeu uns 70,4%.


Dólar renderia 163%.


Small cap? 53,5% no período. 


Idiv? 108%. 


Ifix? 88%.


IBRX? 126%.


Se eu quisesse me comparar com esses índices de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou ok. 




A.

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Avaliação de Outubro 22 (alta leve)

                          

Avaliação Final de Outubro


Forte desvalorização do dólar frente ao real, mas um bom mês para meu terço em renda variável nacional. Saldo foi uma subida tímida


Continuo meio sem tempo e sigo pessimista com o Brasil. De toda forma, não vou tentar ficar acertando câmbio. Se alguma parcela fugir muito dos 50%, devo rebalancear.


Odiei a Passfolio ter acabado. Espero que isso não me traga dor de cabeça e ao menos eu receba os relatórios para IR. Vou pesquisar.


Continuei tirando um pouco da renda fixa pra gastar. Creio que foi a última vez.


O ano continua fraco para mim, pois os ETF de RV internacional estão todos com quedas acumuladas entre 10 e 20%. De toda forma, ainda tenho leve esperança de terminar empatando com a inflação. Bastam dois meses bons. Vamos torcer, pois a carteira deve mudar quase nada até o fim do ano.



Números do mês na renda variável nacional:


"Ibov" subiu 5,45%Fechou o mês de outubro aos 116.037 pontos. 


Tenho hoje: 473.184,33 (carteira ações-FII e proventos, que passo a incluir, aproveitando que o valor está "pequeno") + R$ 2.447,67 (caixa de dividendos, créditos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 475.632,00. Alta de 5,39% em relação ao mês anterior. Resultado regular se comparado ao índice.




Resto do patrimônio nacional:


Renda fixa nacional soma R$ 130.624 (124.921 + 3.174 + 2.421 + 88 + 20). 


Total do patrimônio nacional: R$ 606.256. Melhor que mês passado. 


Criptoativos:


Tenho hoje R$ 9.539 na "carteira digital". Tornou-se menos de 1% da carteira. Compras de julho de 2017 a janeiro de 2018.


Números do patrimônio internacional:


IBKR: Total de $93,824 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,18, daria R$ 486.008. Houve uma valorização total em dólares de uns 1,5% no mês de outubro. Em reais, uma desvalorização de uns -2,5%. Quase 13 mil a menos que o mês passado.


Sem print dessa vez, pois tentei fazer login no site e não consegui. Parece fora do ar. Vi pelo celular.


- Ex-Passfolio: Total de $ 8.938,19 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,18, daria R$ 46.300. No mês, a alta aqui foi cerca de 3,3% em dólar. Em reais, leve desvalorização. Menos de 1%.



Total do patrimônio internacional? $102.762,19 ou aproximadamente R$ 532.308

Isso é cerca de R$ 13 mil a menos que mês anterior. Baixa de quase 2,4%



PATRIMÔNIO TOTAL


Juntando patrimônio nacional, internacional e criptoativos, meu poder de compra total em moeda nacional é atualmente cerca de R$ 1.148.103. Um tanto mais que o mês passado. 1,17% no mês. Total aportado em tudo? Uns 673 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 


Valorização histórica e comparações:


Segundo a planilha de todos os investimentos, a valorização histórica da cota geral é de 201%, o que é muito bom para dez anos e pouco de investimento. Rendimento líquido acima da minha meta de 4% real ao ano. Agradeço às criptos.


Farei abaixo umas comparações injustas comigo, pois minha rentabilidade já está quase toda descontada de impostos, ao contrário das abaixo. 


CDI desde minha estreia na bolsa valorizou uns 134%. 


IMAB rendeu 178%.


IHFA (uma coletânea de bons fundos) rendeu 176%.


...Um Alaska BDR da vida deu mais de 170%.


IPCA acumulado deu 83,4% até então. 


IGP-M do período? 139%.


Ibov teve valorização acumulada de uns 100% até então.


Poupança rendeu uns 77,3%.


Dólar renderia 162%.


Small cap? 63,6% no período. 


Idiv? 109%. 


Ifix? 97%.


IBRX? 134%.


Se eu quisesse me comparar com esses índices de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou ok. 




A.

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Avaliação de Setembro 22 (leve queda)

                         

Avaliação Final de Setembro


Acabaram os aportes. Agora os ativos que se virem sozinhos para meu patrimônio crescer. Este mês nem a valorização do dólar me salvou, pois meus ativos em renda variável internacional tiveram quedas entre 5 e 10%. Cenário difícil. 


Mais um mês bom de KISU, o ativo que só me dava dor de cabeça.


Ando meio sem tempo, então vou ficar só nos resultados mesmo. Quanto à política brasileira, zero esperança. É a eleição mais nefasta desde alguma aí da República Velha. Só elegeram bomba e picareta para o Congresso e colocaram dois candidatos sem futuro real algum no segundo turno, sendo Bolsonaro, na minha opinião, o pior de todos, isso em razão do que pude acompanhar na pandemia. Sem mencionar a conhecida comunidade de defeitos com o outro. Chega de desabafo e vamos aos números:


No mais, meu consolo é o mesmo do mês passado: "Esse cenário pós-covid tem sido incrivelmente desafiador. No período, vemos, por exemplo, vários fundos e gestores que brilharam na década passada ou mais sofrendo para conseguir rendimento para além do Ibovespa. Fundos como Atmos, Dynamo, Giant, Alaska, IP Participações... Você olha os dados no maisretorno.com e vê todo mundo passando muita dificuldade desde janeiro ou fevereiro de 2020."



Números do mês na renda variável nacional:


"Ibov" subiu 0,47%Fechou o mês de setembro aos 110.037 pontos. 


Tenho hoje: 449.981,19 (carteira ações-FII e proventos, que passo a incluir, aproveitando que o valor está "pequeno") + R$ 1.322,67 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 451.303,86. Baixa de 0,30% em relação ao mês anterior. 




Num mês de alta de 0,47%... Resultado ruim. 


Resto do patrimônio nacional:


Renda fixa nacional soma R$ 129.486 (123.256 + 3.584 + 2.544 + 102 + 10). 


Total do patrimônio nacional: R$ 580.790. Pouquinho menor que mês passado. 


Criptoativos:


Tenho hoje R$ 9,265 na "carteira digital". Tornou-se menos de 1% da carteira. Compras de julho de 2017 a janeiro de 2018.


Números do patrimônio internacional:


IBKR: Total de $92,411.09 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,395, daria R$ 498.557. Houve uma desvalorização total em dólares de -5,63% no mês de setembro. Em reais, pouco mais de 1,5%. Uns 8 mil a menos que o mês passado.




Passfolio: Total de $8.648,24 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,395, daria R$ 46.657. No mês, a baixa aqui foi cerca de 7% em dólar. Em reais, bem menos. Uns 3 ou 4%.



Total do patrimônio internacional? $101.059,33 ou aproximadamente R$ 545.215

Isso é cerca de R$ 10 mil a menos que mês anterior. Baixa de quase 1,9%



PATRIMÔNIO TOTAL


Juntando patrimônio nacional, internacional e criptoativos, meu poder de compra total em moeda nacional é atualmente cerca de R$ 1.135.270. Um tanto menos que o mês passado. 1,52% no mês. Total aportado em tudo? Uns 673 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 


Valorização histórica e comparações:


Segundo a planilha de todos os investimentos, a valorização histórica da cota geral é de 197,5%, o que é muito bom para dez anos e pouco de investimento. Rendimento líquido acima da minha meta de 4% real ao ano. Agradeço às criptos.


Farei abaixo umas comparações injustas comigo, pois minha rentabilidade já está quase toda descontada de impostos, ao contrário das abaixo. 


CDI desde minha estreia na bolsa valorizou uns 131%. 


IMAB rendeu 175%.


IHFA (uma coletânea de bons fundos) rendeu 173%.


...Um Alaska BDR da vida deu 151%.


IPCA acumulado deu 82,7% até então. 


IGP-M do período? 140%.


Ibov teve valorização acumulada de mais de 92,3% até então.


Poupança rendeu uns 76%.


Dólar renderia 164%.


Small cap? 63,4% no período. 


Idiv? 101%. 


Ifix? 96%.


IBRX? 125%.


Se eu quisesse me comparar com esses índices de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou ok. 




A.

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Avaliação de Agosto 22 (alta boa)

                        

Avaliação Final de Agosto


Mais um mês em que a carteira total cresceu. Os ativos estrangeiros não foram bem, mas os nacionais tiveram um mês muito bom, a ponto de compensar bem o prejuízo, e o dólar acabou terminando o mês praticamente estável, para minha surpresa.


Sobre os aportes, creio que foi meu último mês deles. Mais seis mil reais. Daqui pra frente serão raros ou inexistentes. É o luxo de só precisar gastar uns cinco mil reais por mês. Como já disse, minha expectativa, para a década, é de ganhos apenas da rentabilidade agora. 


KISU e SMAL continuam sua saga de redenção. Humilhados que vêm sendo exaltados. Será mesmo que nosso ciclo de juros enfim está virando? Com tanta promessa de gastos e crescimento contratado bem mais fraco para 2023? Veremos. A situação do país é preocupante.


O ano continua meio ruim pra mim. Positivo, mas alguns pontos atrás do IPCA, IBOV e CDI. Motivo principal? Os ETF's internacionais que comprei no início de abril andam apanhando demais. Alguns em mais de 15%. Enfim, faz parte. Visam o longuíssimo prazo. Diversificação. O motivo secundário? Os mais de quinze mil, ou sei lá, que perdi com trades, no início do ano, antes de me aposentar dessa prática.


No mais, meu consolo é o mesmo do mês passado: "Esse cenário pós-covid tem sido incrivelmente desafiador. No período, vemos, por exemplo, vários fundos e gestores que brilharam na década passada ou mais sofrendo para conseguir rendimento para além do Ibovespa. Fundos como Atmos, Dynamo, Giant, Alaska, IP Participações... Você olha os dados no maisretorno.com e vê todo mundo passando muita dificuldade desde janeiro ou fevereiro de 2020."



Números do mês na renda variável nacional:


"Ibov" subiu 6,16%Fechou o mês de agosto aos 109.523 pontos. 


Tenho hoje: 452.383,03 (carteira ações-FII e proventos, que passo a incluir, aproveitando que o valor está "pequeno") + R$ 272,67 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 452.655,70. Alta de 6,50% em relação ao mês anterior. 




Num mês de alta de 6,16%... Resultado bonzinho. Mais um daqueles meses raros em que lamento não estar mais muito alocado em renda variável nacional. Porém, sem qualquer arrependimento dessa decisão, que não visa ganhar todo mês. Sequer todo ano.


Resto do patrimônio nacional:


Renda fixa nacional soma R$ 130.341 (122.845 + 4.604 + 2.526 + 266 + 100). 


Total do patrimônio nacional: R$ 583.000. Significativamente maior que mês passado. Valor bom.


Criptoativos:


Tenho hoje R$ 9,344 na "carteira digital". Tornou-se menos de 1% da carteira. Compras de julho de 2017 a janeiro de 2018.


Números do patrimônio internacional:


IBKR: Total de $97,828.35 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,18, daria R$ 506.750. Houve uma desvalorização total em dólares de -2,04% no mês de julho. Em reais, mais ou menos a mesma coisa. Uns 10 mil a menos que o mês passado.




Passfolio: Total de $9.391,40 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,18, daria R$ 48.647. No mês, a baixa aqui foi pouco mais de 1% em dólar. Em reais, quase isso. 



Total do patrimônio internacional? $107.219,75 ou aproximadamente R$ 555.600

Isso é quase R$ 10 mil a menos que mês anterior. Baixa de uns 1,7%



PATRIMÔNIO TOTAL


Juntando patrimônio nacional, internacional e criptoativos, meu poder de compra total em moeda nacional é atualmente cerca de R$ 1.148.000. Um tanto mais que o mês passado. 1,52% no mês. Total aportado em tudo? Uns 673 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 


Valorização histórica e comparações:


Segundo a planilha de todos os investimentos, a valorização histórica da cota geral é de 200%, o que é muito bom para dez anos e um mês de investimento. Rendimento líquido um tanto acima da minha meta de 4% real ao ano. Seria praticamente um "IPCA + 5%". Agradeço às criptos.


Farei abaixo umas comparações injustas comigo, pois minha rentabilidade já está quase toda descontada de impostos, ao contrário das abaixo. 


CDI desde minha estreia na bolsa valorizou uns 129%. 


IMAB rendeu 176%.


IHFA (uma coletânea de bons fundos) rendeu167%.


...Um Alaska BDR da vida deu 181% (ao menos antes desses dias de alta do dólar).


IPCA acumulado deu 83,4% até então. 


IGP-M do período? 142%.


Ibov teve valorização acumulada de mais de 99% até então.


Poupança rendeu uns 75%.


Dólar renderia 150%.


Small cap? 70% no período. 


Idiv? 111%. 


IBRX? 134%.


Se eu quisesse me comparar com esses índices de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou ok. 





A.

sexta-feira, 29 de julho de 2022

Avaliação de Julho 22 (alta boa)

                       

Avaliação Final de Julho


Bom, minha principal novidade, já de certa forma antecipada nos últimos textos, é que daqui pra frente apenas a rentabilidade geral de tudo é que me importa. Bolsa brasileira e FII passaram a ser menos de 40% da carteira, então não faz sentido focar a análise apenas neles, como foi até alguns meses antes da dolarização de metade do patrimônio.


Falando em dólar, fechou em queda este mês, o que prejudicou o rendimento em reais. Faz parte. Pelo menos está bem acima do valor que comprei. Ademais, a queda cambial de 1% e pouco foi bem inferior à alta dos meus investimentos em renda variável nacional. Quase 5% de alta este mês. Se continuar sendo assim, tudo bem até.


Outra novidade é que talvez eu pare com os aportes já neste mês. Já anunciei que, nesta década, pretendo tirar ganhos apenas da rentabilidade mesmo. Recebo do trabalho sempre mais do que gasto. Está tudo tranquilo. Este mês ainda aportei seis mil reais. Acabou sendo bom aporte.


KISU e SMAL, que tanto me atrapalharam em outras oportunidades, foram bem em julho. Vamos ver o que agosto trará.


No mais, meu consolo é o mesmo do mês passado: "Esse cenário pós-covid tem sido incrivelmente desafiador. No período, vemos, por exemplo, vários fundos e gestores que brilharam na década passada ou mais sofrendo para conseguir rendimento para além do Ibovespa. Fundos como Atmos, Dynamo, Giant, Alaska, IP Participações... Você olha os dados no maisretorno.com e vê todo mundo passando muita dificuldade desde janeiro ou fevereiro de 2020."



Números do mês na renda variável nacional:


"Ibov" subiu 4,69%Fechou o mês de julho aos 103.165 pontos. 


Tenho hoje: 418.694 (carteira ações-FII e proventos, que passo a incluir, aproveitando que o valor está "pequeno") + R$ 330 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 419.025,56. Alta de 4,95% em relação ao mês anterior. 



Num mês de alta de 4,69%... Resultado bonzinho. Um daqueles meses raros em que lamento não estar mais muito alocado em renda variável nacional. Porém, sem qualquer arrependimento dessa decisão, que não visa ganhar todo mês. Sequer todo ano.


Resto do patrimônio nacional:


Renda fixa nacional soma R$ 129.850 (122.721 + 3.114 + 2.486 + 1429 + 100). 


Total do patrimônio nacional: R$ 548.875. Significativamente maior que mês passado, mas ainda menor até que dois meses atrás, quando a bolsa ainda andava pelos cento e onze mil pontos.


Criptoativos:


Tenho hoje R$ 10.600 na "carteira digital". Tornou-se menos de 1% da carteira. Compras de julho de 2017 a janeiro de 2018.


Números do patrimônio internacional:


IBKR: Total de $99.848 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,17, daria R$ 516.214. Houve uma valorização total em dólares de 1,97% no mês de julho. Em reais, bem menos. Uns 2 mil a mais que o mês passado.




Passfolio: Total de $9.491,84 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,17, daria R$ 49.068. No mês, a alta aqui foi de uns 2% em dólar. Em reais, subiu quase nada. Uns quinhentos reais.



Total do patrimônio internacional? $109.339 ou R$ 565.282

Isso é cerca de mais R$ 2,5 mil a mais que mês anterior. Alta de quase 0,5%. O câmbio atrapalhou dessa vez.



PATRIMÔNIO TOTAL


Juntando patrimônio nacional, internacional e criptoativos, meu poder de compra total em moeda nacional é atualmente cerca de R$ 1.124.757. Um tanto mais que o mês passado. 2,2% no mês. Total aportado em tudo? Uns 667 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 


Valorização histórica e comparações:


Segundo a planilha de todos os investimentos, a valorização histórica da cota geral é de 196%, o que é muito bom para dez anos de investimento. Rendimento líquido um tanto acima da minha meta de 4% real ao ano. Seria um "IPCA + 4,8%". Agradeço às criptos.


Farei abaixo umas comparações injustas comigo, pois minha rentabilidade já está quase toda descontada de impostos, ao contrário das abaixo. 


CDI desde minha estreia na bolsa valorizou uns 126,4%. 


IMAB rendeu 167%.


IHFA (uma coletânea de bons fundos) aparentemente parou de ser atualizado mês passado em 162%.


...Um Alaska BDR da vida deu 133%.


IPCA acumulado deu 84,4% até então. 


IGP-M do período? 143%.


Ibov teve valorização acumulada de mais de 80% até então.


Poupança rendeu uns 73,6%.


Dólar renderia menos de 160%.


Small cap? 48% no período. 


Idiv? 98%. 


IBRX? 111%.


Se eu quisesse me comparar com esses índices de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou ok. 




A.

terça-feira, 5 de julho de 2022

Post "comemorativo" de 10 ANOS de investimentos - Rentabilidade média e comparativos

                        

Avaliação dos 10 Anos de Investimentos


Escolhi o dia 05 de julho de 2022 como marco pelo motivo de que foi minha primeira compra de ação. Uns lotes de EZTC3 a uns 21 reais em 05 de julho de 2012. 


Na época, estava com uns trinta e poucos mil reais e cheio de ideias falsas e esperanças idiotas em razão de todo esse material prejudicial que circula pela internet quando a gente tenta tatear os primeiros passos no mundo financeiro. Por sorte, as estreias acabaram sendo até positivas, já que me livrei da tentação de investir nas empresas X. Acabou sendo fácil bater o mercado naquele início, que parecia muito iludido com aquilo tudo.


Hoje sou muito mais realista. Talvez o eu do passado ficasse meio decepcionado em saber que, em dez anos, a rentabilidade nominal líquida - descontada de impostos e taxas -, em moeda nacional, dos investimentos seria de 190% contra um IPCA de 85%


E isso porque estou incluindo na conta deste post comemorativo o lucro de mais de 300% com as criptos, na sua devida proporção na carteira, é claro.


Isso dá uma rentabilidade real - descontada também a inflação - líquida total de 56,75%...


Dividindo isso aí em um rendimento médio anual de dez anos (julho de 2012 a julho de 2022), seria equivalente 11,23% nominal ao ano e 4,60% real ao ano.


Há uns três meses, os dados estariam até melhores, mas tudo bem. Isso não vale... 


Para esses cálculos, usei esses links simples: 


https://clubedospoupadores.com/simulador-de-juros-compostos


https://clubedospoupadores.com/conversor-de-taxas-de-juros-anual-para-mensal



A PERGUNTA DO 1 MILHÃO: Como avaliar se isso foi bom


A primeira e mais óbvia coisa a fazer é comparar com o CDI, que teve resultado BRUTO de apenas 124% no período. A aposta seca em dólar daria até mais que o CDI inclusive. 157% até 30 de junho.


A rentabilidade BRUTA da renda variável brasileira no período, classe de ativo em que disparadamente mais estive, variou entre 48% (SMAL) e 162% (IHFA, que em tese reúne uma média de fundos ativos muito bem filtrados/escolhidos) a depender do índice comparativo médio adotado. Tudo também bastante abaixo. Nada perto dos meus 190% líquidos. Tive a vantagem de poder recorrer as criptos em 2017. Não sei se todos os gestores poderiam contar com isso e não sei o que fariam se pudessem.


O IMAB, talvez o melhor índice de renda fixa do período, é quem mais chega perto de mim, com seus 175%, só que brutos. 


Pensei em outra coisa divertida também para comparar: 


E se eu tivesse comprado simplesmente um título de aproximadamente dez anos na época? 


Fui no site do Tesouro Direto ver a oferta de NTN-B. No dia 05 de julho de 2012, tinha a NTN-B 2024 e a NTN-B 2020 a quase a mesma taxa: IPCA + 4,6. Porém, isso "bruto". Por coincidência, foi minha rentabilidade real. Ou seja, meu prêmio foi pequeno. Alguns milhares de reais a mais. Não sei se chegaria a cem mil, mas desempenhei melhor. 



https://www.tesourodireto.com.br/titulos/historico-de-precos-e-taxas.htm


Então tudo beleza? Depende. 


Eu não trabalhava muito com a perspectiva internacional na época por vários motivos. 


1) EUA sofriam pra se livrar do patamar pré-crise de 2008, ou até o da crise de 2000 em alguns períodos; 

2) Eu achava muito complicado investir fora para a pouca grana que tinha nesse período de recuperação financeira norte-americana e...

3) ...por fim, minha meta era 100% focada em rentabilidade em reais. Só me preocupava com IPCA e não com poder de compra internacional. Se o PPP estivesse mantendo meu poder de compra aqui, já estava ok. Até porque consumo ou consumia pouco produto importado.


Do ponto de vista internacional, aí sim eu perdi a oportunidade de uma década excelente. Os EUA eram vistos com desconfiança. Creio que pouca gente apostou pesado em dolarização naquela época. E se eu tivesse o conhecimento e a facilidade que tenho hoje? Teria apostado? Talvez, não sei me transplantar assim. Acho que não, mas vai saber. 


De toda forma, como desempenhei acima da inflação nesses dez anos e, especialmente, acima de todos os índices comparativos nacionais médios a que pude recorrer, considero que foram bons dez anos. Principalmente por eu ter conseguido surfar um cenário nacional medíocre. Espero que as coisas melhorem na minha carteira geral nos próximos dez, vinte ou trinta anos. Tenho mais conhecimento e diversificação geográfica agora, que foi meu grande pecado da década. 


Resumidamente, estou feliz com o resultado. Nem esperava chegar a um milhão na virada de 2020 para 2021. 



A PERGUNTA DO PRÓXIMO 1 MILHÃO: O que tudo isso significa?


Bom, se avalio tão bem os resultados e percebo até ter cometido alguns erros bem primários - dos quais nem falei aqui para isso tudo não ficar ainda mais chato do que já está - que tenho como não repetir, por que não continuar investindo de forma ativa e fazendo meu market timing?


Talvez muitos discordem, mas porque todo esse resultado pode ter sido pura sorte. Tomei algumas decisões cruciais que ajudaram a me livrar dessas médias do período com que comparei meus resultados. Basta ver aqui nos posts do blog os meus momentos de redução drástica na bolsa, por exemplo. Quem acompanhou viu. 


Se eu tivesse acertado esses mesmos momentos de mercado com o conhecimento que tenho hoje, como saber a importância de uma diversificação geográfica e de moedas, talvez tivesse desempenho ainda melhor. 


Ocorre, porém, que ter acertado não quer dizer que eu vá acertar novamente. Meu último suposto grande acerto foi o do dólar. Porém, há trinta dias, nem "acerto" era. O futuro é que vai dizer. 


E se o meu acerto do dólar se confirmar correto nos próximos anos? Sinal de que devo continuar apostando sempre? É isso. Creio que não.


O que farei para conciliar com essa parte de mim que quer continuar na emoção das boas apostas financeiras? O que já venho fazendo: reduzindo bem a margem para esses tipos de apostas. Estou me enchendo de ETF's e critérios de rebalanceamentos bem mais fixos que ficar pulando de classes ou setores com grandes e súbitos movimentos. Por mais que esses movimentos tenham me ajudado muito entre 2012 e 2022. 


A década de 20 já está sendo e será cada vez mais a de movimentos suaves para mim. Espero que a avaliação dos vinte anos seja ainda melhor. Não garanto nada. 


Eu poderia falar muito e muito mais de tudo que vivi, senti, aprendi, avaliei e passei nesses últimos dez anos, mas ninguém gosta de cansar leitor. 


Por fim, lembro que o desempenho acima das médias com que comparei veio por causa das criptomoedas, que foi meio que minha "diversificação internacional" desde 2017, quando meio que comecei a ficar mais de olho na importância dessas coisas. 


Há um mérito em ver a coisa desabar 80% e segurar até voltar a ter lucro de mais de 300%, mas não é o tipo de aposta que recomendo para ninguém. Cheguei a ter, em alguns períodos, patamares como 10 ou 18% da carteira em ativos tão voláteis. Não é algo que faria hoje e só fiz porque senti que podia arriscar nessa "fase inicial". Nesse cenário de juros incertos, mais perigoso ainda. Porém, ainda tenho meus quase 1% lá e que podem ir subindo. Enfim, não é cuspir no prato que comeu. É só um alerta. 


Fiz uma edição especial da Planilha ADP com o consolidado de todos os meus tipos de investimentos, incluindo as criptos. A partir de agora, devo usar apenas os resultados consolidados, já que meus investimentos atualmente são muito diversificados. Não faz mais sentido ficar avaliando apenas ações e FII:







A.

quinta-feira, 30 de junho de 2022

Avaliação de Junho 22 (queda leve)

                       

Avaliação Final de Junho


Daqui a alguns dias o blog e meus investimentos completarão 10 anos!


O post comemorativo será o cálculo da rentabilidade histórica incluindo renda fixa, que não muda muita coisa, e os lucros com criptoativos, que foram mais de cem mil a mais na minha vida, que representaram bem uns 20% do lucro total. Não lembro o valor exato. Estou montando a planilha com o resultado e divulgo nos próximos dias.


Nunca estive tão sem tempo, acho. Então não vou fazer uma avaliação completa este mês, com prints e tudo que sempre faço. Vou deixar apenas os números. Fica para o próximo. 


Metade da minha carteira viu quedas: bolsa brasileira e renda variável internacional em dólar. Porém, o câmbio e meus investimentos em renda fixa e KISU ajudaram a tentar segurar, digamos. O mês acabou sendo terrível para a minha "ex-esposa" bolsa brasileira, mas não para mim.


País continua um caos cada vez pior. O presidente incompetente e inescrupuloso que temos resolveu criar verdadeiros precedentes de gastança em cima da eleição. Nunca vi isso de triplicar auxílio, comparado ao ano passado, em pleno julho de ano eleitoral. Bateu o desespero nas gangues de Brasília. Imagino o que os próximos governos farão, seja quem for eleito. Pindaíba por três anos e algo e bonança insustentável na boca da eleição. Vai virar moda. Ainda mais se der certo.


Aporte de 6 mil reais este mês, que acabou sendo na Bolsa mesmo. Comprei de SAPR4 junto com um resto de dinheiro que tinha em conta, de dividendos e afins.


Meu SMAL11 continua apanhando mais que tapete em dia de faxina. Espero que um dia os humilhados sejam exaltados. O câmbio está uma verdadeira sanfona desde que entrei. Cada mês é uma história.


Criptos continuam desabando, mas nunca tive tão pouco mesmo, então nem doeu.


Seguem os números. Mês que vem prometo voltar a fazer o relatório normal.


No mais, meu consolo é o mesmo do mês passado"Esse cenário pós-covid tem sido incrivelmente desafiador. No período, vemos, por exemplo, vários fundos e gestores que brilharam na década passada ou mais sofrendo para conseguir rendimento para além do Ibovespa. Fundos como Atmos, Dynamo, Giant, Alaska, IP Participações... Você olha os dados no maisretorno.com e vê todo mundo passando muita dificuldade desde janeiro ou fevereiro de 2020."



Números do mês na renda variável nacional:


"Ibov" caiu 11,50%


Tenho hoje: 389.564 (carteira ações-FII) + R$ 3.694 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 393.258. Baixa de 9,47% em relação ao mês anterior. 


Num mês de baixa de 11,5%... Comparado ao índice, até ficou "ótimo". Agradeço a KISU, o meu ativo que mais xingo.


Resto do patrimônio nacional:


Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa nacional, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 128.104 (122.822 + 2.820 + 2.262 + 100 + 100) em renda fixa. 


Total do patrimônio nacional: R$ 521.362. Era para ter caído uns quarenta mil reais, mas como aportei seis mil, ficou isso aí. 


Criptoativos:


Tenho hoje R$ 8.765 na "carteira digital". Tornou-se pouco mais de 1% da carteira. Compras de julho de 2017 a janeiro de 2018.


Juntando cripto e moeda nacional, tenho R$ 530.127


Números do patrimônio internacional:


IBKR: Total de $97.929 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,25, daria R$ 514.127. Houve uma desvalorização total em dólares de 5,23% no mês de junho. Em reais, subiu bastante mesmo assim. Mais de 25 mil.


Passfolio: Carteira dez vezes menor e com bem mais renda variável. Total de $9.244,69 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,25, daria R$ 48.534. No mês, a queda aqui foi de uns 7 a 8% em algo em dólar. E em reais subiu!


Total do patrimônio internacional? $107.173 ou R$ 562.658

Isso é cerca de R$ 25 mil a mais que mês anterior. O câmbio me deu tudo que perdi mês passado. Gangorra total. Não o suficiente para deixar o mês positivo porém.



PATRIMÔNIO TOTAL


Juntando patrimônio nacional, internacional e criptoativos, meu poder de compra total em moeda nacional é atualmente cerca de R$ 1.092.785. Levemente menor que o mês passado. Total aportado em tudo? Uns 660 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 


Valorização histórica e comparações:


Segundo a planilha, a valorização histórica da cota de ações e FII é de 126% em dez anos de investimento. Rendimento líquido abaixo da minha meta, até o momento ousada, de 4% real ao anoE  acima dela apenas se eu considerar as operações com criptoativos. Realizei R$ 125.000 de lucros investindo apenas R$ 28.000 e ainda sobrou a carteira atual.


Também não estou contando a segurada que o patrimônio internacional no zero a zero está dando na carteira total. A rentabilidade ficaria melhor.


Farei abaixo umas comparações injustas comigo, pois minha rentabilidade já está descontada de impostos, ao contrário das abaixo. Não tenho mais lucros a realizar e sempre desconto da rentabilidade as perdas com impostos já. 


CDI desde minha estreia na bolsa valorizou uns 124%. 


IMAB rendeu 175%.


IHFA (uma coletânea de bons fundos) rendeu uns 162%... 


...Um Alaska BDR da vida deu 133%.


IPCA acumulado deu 85% até então. 


IGP-M do período? 142%.


Ibov teve valorização acumulada de quase 78% até então.


Poupança rendeu uns 72%.


Dólar renderia uns 157%.


Small cap? 48% no período. 


Idiv? 99%. 


IBRX? 108%.


Se eu quisesse me comparar com esses índices de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou ok. 


A bolsa "fechou" o mês de junho aos 98.542 pontos. Prints só na próxima.




A.

terça-feira, 31 de maio de 2022

Avaliação de Maio 22 (queda forte)

                      

Avaliação Final de Maio


Mês passado a dolarização me fez cair pouco, em reais, no que tange à rentabilidade geral. Pois bem, este mês foi a vez de a dolarização ser a principal força a me derrubar. Para piorar, minha compensação em moeda nacional foi jogada, por mim, toda no lixo fazendo market timing errado.


Lado bom de perder quase 2% do patrimônio fazendo "swing trade curto" é que ajudou a reforçar minha convicção de início do blog de que isso não é para mim. Ter 1,1 milhão parece que me subiu a cabeça e resolvi apostar de novo em coisas assim nos últimos dois meses. Como não fui muito ruim em março, continuei. Porém, chega. Dessa vez é pra nunca mais. Viverei só de calmaria a partir de agora, digamos assim. Na avaliação do mês passado eu já estava dizendo que devia me "aposentar" disso. Agora tenho certeza.


Eu já esperava possíveis grandes oscilações do dólar. Voltamos ao 4,73. Uns dois centavos a menos que meu "dólar médio" por sinal. Minha parte "internacional" diminuiu dolorosamente em reais em comparação ao mês passado. Faz parte da vida. Novas quedas parecem bem possíveis por sinal. 


Aporte? Só cinco mil. Serão cada vez menores ou inexistentes. O foco nas próximas décadas será crescer moderadamente via rentabilidade mesmo. 


Criptos continuam seu inferno astral. Novo mês muito ruim. Porém, representam apenas R$ 5.000 do meu prejuízo total no mês de quase R$ 40.000. No ano, em reais, já estou levemente negativo em rentabilidade. Vamos ver o que me espera daqui pra frente. 


No mais, meu consolo é o mesmo do mês passado: "Esse cenário pós-covid tem sido incrivelmente desafiador. No período, vemos, por exemplo, vários fundos e gestores que brilharam na década passada ou mais sofrendo para conseguir rendimento para além do Ibovespa. Fundos como Atmos, Dynamo, Giant, Alaska, IP Participações... Você olha os dados no maisretorno.com e vê todo mundo passando muita dificuldade desde janeiro ou fevereiro de 2020."



Números do mês na renda variável nacional:


"Ibov" subiu 3,22%


Tenho hoje: 422.422 (carteira ações-FII) + R$ 5.867 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 428.289. Baixa de 2,44% em relação ao mês anterior. 


Num mês de alta de 3,2%... Péssimo! Um dos meus piores desempenhos relativos da carteira de Renda Variável nacional desde 2012. Agradeço aos trades toscos que fiz. Vou tentar ver o lado bom: aconteceu felizmente quando estou com bem menos dinheiro alocado em bolsa do que o que costumava ter.


Resto do patrimônio nacional:


Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa nacional, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 128.916,00 (122.375 + 4.123 + 2.093 + 225 + 100) em renda fixa. 


Total do patrimônio nacional: R$ 557.205. Era para ter caído uns dez mil reais, mas como aportei cinco mil, ficou isso aí. Pouco menos que o mês passado.


Criptoativos:


Tenho hoje R$ 11.620 na "carteira digital". Tornou-se pouco mais de 1% da carteira. Compras de julho de 2017 a janeiro de 2018.


Números do patrimônio internacional:


IBKR: Total de $103.308 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 4,73, daria R$ 488.646. Houve uma valorização total em dólares de 0,66% no mês de maio. Em reais é que a queda foi grande. Mais de 20 mil a menos que o mês passado.






Passfolio: Carteira dez vezes menor e com bem mais renda variável. Total de $9.826,76 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 4,73, daria R$ 46.480. No mês, a queda aqui foi de 1% em algo em dólar. Em reais é que caiu bem uns 6% e algo.




Total do patrimônio internacional? $113.134 ou R$ 535.123

Isso é cerca de R$ 25 mil a menos que mês anterior. Foi uma queda de 4,55%, graças ao câmbio, percebo.



PATRIMÔNIO TOTAL


Juntando patrimônio nacional, internacional e criptoativos, meu poder de compra total em moeda nacional é atualmente cerca de R$ 1.103.948. Bem menos que o mês passado, graças, primeiramente, à desvalorização do dólar e, em segundo plano, a meus trades errados. Total aportado em tudo? Uns 654 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 


Valorização histórica e comparações:


Segundo a planilha, a valorização histórica da cota de ações e FII é de 150%, o que é muito bom para quase dez anos de investimento. Rendimento líquido um pouco abaixo da minha meta de 4% real ao anoE bem acima dela apenas se eu considerar as operações com criptoativos. Realizei R$ 125.000 de lucros investindo apenas R$ 28.000 e ainda sobrou a carteira atual.


Farei abaixo umas comparações injustas comigo, pois minha rentabilidade já está descontada de impostos, ao contrário das abaixo. Não tenho mais lucros a realizar e sempre desconto da rentabilidade as perdas com impostos já. 


CDI desde minha estreia na bolsa valorizou uns 121,8%. 


IMAB rendeu 174%.


IHFA (uma coletânea de bons fundos) rendeu uns 162%... 


...Um Alaska BDR da vida deu 198%.


IPCA acumulado deu 84,1% até então. 


IGP-M do período? 141%.


Ibov teve valorização acumulada de quase 98,5% até então.


Poupança rendeu uns 71%.


Dólar renderia uns 133%.


Small cap? 73% no período. 


Idiv? 114%. 


IBRX? 134%.


Se eu quisesse me comparar com esses índices de forma exata, teria que levar em conta as distorções das diferenças de aportes no tempo. De qualquer forma, possivelmente estou ok. 


A bolsa "fechou" o mês de maio aos 111.351 pontos. 






A.