sábado, 1 de fevereiro de 2020

Avaliação de Janeiro 20



Avaliação Final de Janeiro


ATUALIZAÇÃO: Na pressa de fazer minha avaliação do mês, esqueci de calcular simplesmente 17 mil reais de aporte na planilha. E que aporte! O mês sequer foi positivo, quanto mais 3% e tanto. Foi levemente negativo, mas tudo ok. Pelo menos o patrimônio cresceu uns 3% mesmo. Refiz o texto abaixo.

Mês bom. Pouco pra reclamar. Infelizmente mais um mês de muitos gastos. Mesmo assim, o patrimônio cresceu bem. 

Já estou com um terço, mais até, na renda fixa, o que até foi bom, pois não sofri com a perda nas ações e FII. Renda fixa e BTC garantiram inclusive um mês rentável, vale dizer. 

Continuo achando que a tendência é a bonança continuar e que coisas como o coronavírus são tormentos passageiros. Meu medo é outro e não quero pagar para vê-lo. Infelizmente não vou mais conseguir acompanhar a provável alta da bolsa.

Os aportes continuarão em FII, mesmo que a festa tenha possivelmente acabando no mínimo um tanto.

Não pretendo gastar essa proteção (renda fixa) nunca. No máximo posso aproveitar algum crash mundial pra comprar ação barata em um ano com fins a vender em outro de bonança. O capitalismo ainda vai se recuperar de muita crise antes de acabar, creio. Entretanto, mesmo essas compras quero que sejam bem cautelosas, se-quando acontecerem. 

O resto, os porquês os e detalhes da nova estratégia já expliquei em dezembro (2019).

Os 750k já estão a caminho e o resto é lucro. Que 2020 me permita fazer uma gordurinha acima disso. Se for metade do que foi 2019 vai ser ótimo. 

Aporte de 17 mil em janeiro. Na planilha, coloquei a retirada pra renda fixa - colchão eterno de segurança ou quase isso. Os 250 mil. Ficou o valor de 233 mil negativos de aporte neste mês então.

BTC ressuscitando foi minha principal alegria do mês. "ENBR3" também salvou a pátria mais uma vez, compensando várias quedas. Até quando? Nem sei. Vou ver o que faço com ela. Subiu incrivelmente nos últimos dois meses.

Medo de tudo indo bem por tanto tempo, mas agora estou bem mais protegido ao menos. antes era mais tenso e resisti.

Números do mês:

"Ibov" caiu 1,62%

Tenho hoje - 444.074,29 (carteira) + 86,68 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 444.160,97. Perdi cerca de 439,31. Queda de 0,10%. Num mês de queda de 1,62%... Mais um ótimo desempenho. Mês difícil é isso mesmo.

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 26.500,00 na "carteira digital". Dá certo medo. Mesmo sendo cerca de 3% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltamos ao prejuízo. Os animadões de 2019 se precipitaram.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 260.750,00 em renda fixa. Porém, vou gastar bastante este mês. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 731,4 mil reais. Total aportado em tudo? Uns 432 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

Segundo a planilha, a valorização histórica da continua em 145%, o que é muito bom para sete anos e meio de investimento. Bem acima da minha meta de 4% real ao ano (é cerca de 13%). A bolsa subiu uns 102% desde a minha estréia. A inflação acumulada é de 43,76%. 

Peguei uns três anos e tanto de tendência baixista e três anos e tanto de tendência de alta. Nada mal.

Como meu objetivo é mais comparar a qualidade das minhas decisões de investimento, estou com uma boa margem de vantagem sobre a média da bolsa quando comparado o rendimento a luz do mesmo método. 

A bolsa "fechou" o mês de janeiro aos 113.760 pontos. 

Agora, com um terço na renda fixa, os rendimentos sobre o total serão certamente menores. Fim da fase de crescimento "acelerado". Objetivo 1 cumprido. 






A.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Avaliação de Dezembro 19



Avaliação Final de Dezembro


Escrevi todo esse texto muito rapidamente, então não deve estar bom de ler. Estou correndo pra fechar o ano sem pendências aqui... Vamos lá:

Mais um mês surpreendentemente positivo neste ano de sucesso tão inesperado. A mudança de estratégia funcionou bem melhor do que eu previa. Comecei o ano sonhando em terminar com 550k e vou terminar com praticamente 715k, sendo que devo receber cerca de 28k em janeiro. Quase 750k daqui a pouco. Inacreditável. 

O ano foi bom para praticamente todo mundo que investiu na renda variável, porém, graças especialmente à revisão estratégica do início do ano eu pude desempenhar razoavelmente acima do Ibov, mesmo pagando dezenas de milhares de reais em IRPF, o que era meu medo nessa tática de "girar mais". Valeu a pena!

Toda essa velocidade imprevista no crescimento patrimonial no ano que nem foi o que mais aportei me fez fazer, há poucos dias, a mudança mais radical desde que comecei os investimentos. 

Passei sete anos e meio quase 100% "all in" (ações). Sempre pensando em ir um dia parcialmente para uma carteira mais conservadora. Próximo mês finalmente terei um patrimônio capaz de cobrir quase a totalidade dos meus poucos gastos mensais - só preciso do básico na vida. 

Assim sendo, o mais importante passa a ser não perder dinheiro. No inicio do ano, quando sonhava com os 500k, já estava começando a engrossar os "FII", que é renda variável, mas menos volátil. Estive "all in" até chegar nesse ponto porque sempre acreditei que o ciclo de alta de 2016 provavelmente duraria mais que três anos. 

Interessante que acho mais provável que a bonança continue - talvez em ritmo menor - em 2020. Porém, quando se tem mais ou menos a quantia que se quer, deixa de fazer tanto sentido ser "all in". Renda variável tem muitos riscos. Lembro sempre que é possível perder dinheiro ou andar de lado por mais de 20 ou até 30 anos antes de se ter lucro real na bolsa. Na verdade, nem existe um limite pra isso. 

Assim, 20 a 25% em FII foi o meu primeiro passo "conservador". Agora dei o maior de todos, que é o fim do meu grande primeiro objetivo, que é o mais importante. Vendi 250k em ações e colocarei no TD, mesmo se render quase zero. É pra ficar mais protegido mesmo. E pretendo sempre ir mantendo o poder de compra desse valor (IPCA menos imposto). 

Não pretendo gastar essa proteção nunca. No máximo posso aproveitar algum crash mundial pra comprar ação barata em um ano com fins a vender em outro de bonança. O capitalismo ainda vai se recuperar de muita crise antes de acabar, creio. Entretanto, mesmo essas compras quero que sejam bem cautelosas, se-quando acontecerem. 

Quanto aos rendimentos dos 500k (que devem crescer até mais que isso, pois 2020 ainda terá, no mínimo, mais seis meses de aportes gordos) que vão ficar na renda variável, pretendo que, talvez em 2021, sustentem todos ou quase todos os meus gastos. Como eu já disse, costumo me virar com 2,5K ou 3k por mês. 

E esses 500k ficarão divididos igualmente entre ações e FII até junho do ano que vem. Haverá deslocamento gradual, pra não pagar imposto, das ações para os fundos. Ademais, os próximos aportes serão em FII. Logo eu equilibro. 

O resultado disso tudo será a proporção que planejo há algum tempo e já até falei dela aqui no blog. Um terço em TD, um terço em FII e um terço em ações. Devo levar para a vida. É isso que estou chamado de virada conservadora e que agora sou "conservador". Sei que muita gente vai olhar e achar arrojado ainda rs. Porém, minha vontade era continuar vida toda "all in" na renda variável. Acredito que é a melhor aposta. Historicamente a renda variável é incrivelmente superior e tudo mais. Entretanto, devido a razoável imprevisibilidade dessa coisa chamada economia, vou ser cauteloso. Lembro sempre do Japão e de que o capitalismo, quase como um todo, tem tomado rumos muito estranhos. 

Ademais, os juros negativos praticado em economias com tradição no respeito aos contratos e direitos de propriedade mostra que há certo pessimismo nas possibilidades de novos investimentos. Do contrário, esses agentes estariam apostando em investimentos produtivos que dariam retorno positivo. Pra mim, é um grande mau sinal de que algo terrível pode estar no horizonte, ou seja, que há quem pense que é melhor aceitar pequenas perdas tendo certeza de que vai receber o grosso do dinheiro de volta do que qualquer outro tipo de aposta. Enfim, sinistro.

Então é isso. É com felicidade que constato que 2019 inesperadamente me possibilitou ter os dois colchões com que sonhei. 

Agora basta a crise mundial não vir em 2020 para que eu acumule mais um pouquinho de gordura pra resistir a ela. Se rolar, vejo o que revisar. 

Lembro que os EUA já estão há dez anos de crescimento do mercado acionário. Inédito! Uma hora vem a crise. A relação PIB/endividamento piora em quase todo lugar. Estão vendendo o futuro sem muita garantia. Produtividade em ritmo sofrível. Há muitas armadilhas sendo montadas. 

Foi difícil manter a estratégia de esperar chegar aos 700 e pouco mil pra vender. A bolsa esteve subido de forma tão acentuada este ano que eu não estava acreditando. Pensava sempre que viria uma grande correção. Não veio. Algumas razoáveis só. Felizmente mantive a estratégia. Para mim é mais difícil me manter quieto vendo subir do que caindo. Deve ser o trauma adquirido dos 30 mil que eu poderia ter preservado no auge da BitCoin em 2017, quando pensei em vender no mínimo a metade antes que derretesse. Não fiz e derreteu. Tudo deu certo dessa vez, porém. Fui premiado pelos meus papéis.

Ver cair me causou menos aflição. O fim do governo Dilma. Segurei fácil. Sabia que um dia revertia. E olha que, comparado a Selic, eu tava perdendo uns 50% na época! Fiquei tranquilo, porém. Tudo bem que eu tinha bem pouco dinheiro na época, mas pra mim era como se fosse muito. Três ou quatro anos de economia suada quando eu ainda não tinha, muito infelizmente, condições de fazer aportes mensais superiores a dois mil reais.

É isso. Tudo deu certo. E cheguei a meu primeiro final de caminhada. Agora é tentar viver estabilidade. E que a crise demore pra chegar! 

Agora quero comentar o mês de dezembro especificamente. Espetáculo de mês. Meus FII's voando tanto ou mais que minhas ações até. O que eu torcia para conseguir nos próximos cinco ou seis meses consegui todo nele. Até comentei isso mês passado. Deu até pra já iniciar a migração para a renda fixa. 

O aporte deste mês foi de 9 mil reais. Ainda está na carteira.

Não só o "Ibov" foi muito bem este mês como eu também dei mais uma porrada lendária no índice. Fiquei "3%" acima mesmo pagando um caminhão de imposto esse mês - cinco mil reais - referentes à migração pra renda fixa. Diversos papéis meus tiveram desempenho incrível. "ENBR", por exemplo, a querdinha dos holders, enfim me deu o mês avassalador que sempre me prometeu. Cheguei pesado na hora certa. Vou ver o que faço com ela em janeiro. 

De 2019, só posso reclamar mesmo do mês de março. E nem muito. Já estava satisfeitíssimo. Aí chega dezembro e ainda vira meu melhor mês no ano. Que chave de ouro! Sequência de nove meses positivos. 

A bolsa subiu 31,58% no ano e minha carteira teve como soma dos rendimentos mensais 38,7%, Lavada. 

Não vou mais repetir aquilo tudo que escrevo em itálico na análise de cada mês, mas está tudo valendo.

Resumo desse textão: financeiramente é talvez meu dia mais feliz. Pra 2020, meu pedido é modesto: chega agora não, crise!

Números do mês:

"Ibov" subiu 6,84%

Tenho hoje - 419.063,30 (carteira) + 258.536,98 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 677.600,28Total de R$ 380.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com ‭297.600,28 a mais que o total aportado. Mês passado era ‭236.865,64 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 60.734,64. Alta de 9,85%. Num mês de alta de 6,84%... Mais um desempenho incrível! Um dos melhores.

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 20.000,00 na "carteira digital". Dá certo medo. Mesmo sendo menos de 3% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltamos ao prejuízo. Os animadões de 2019 se precipitaram.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 16.750,00 em renda fixa. Porém, vou gastar bastante este mês. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 714,3 mil reais. Total aportado em tudo? Uns 415 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 102,56%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica da planilha verde se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 

Porém, possivelmente a minha rentabilidade correta é superior a essa soma. Por esse método das "rentabilidades mensais somadas" a bolsa só teria subido 89,97% desde minha estréia, sete anos e meio atrás. Na verdade, subiu uns 105%. A inflação acumulada é de 42,57%. 

Como meu objetivo é mais comparar a qualidade das minhas decisões de investimento, estou com uma boa margem de vantagem sobre a média da bolsa quando comparado o rendimento a luz do mesmo método. 

A bolsa "fechou" o ano aos 115.645 pontos. 

Curiosidade extra: isso - o possível rendimento inclusive subestimado - dá cerca de 8% de rendimento real ao ano e 13,6% ao ano de rendimento nominal. O meu sonho otimista para o futuro é 4% ao ano. 

Peguei uns três anos e tanto de tendência baixista e três anos e tanto de tendência de alta. Nada mal.

Agora, com um terço na renda fixa, os rendimentos sobre o total serão certamente menores. Fim da fase de crescimento "acelerado". Objetivo 1 cumprido. 






A.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Avaliação de Novembro 19



Avaliação Final de Novembro


Este ano estou revertendo tanto minha disputa com o "Ibov" que me dá até medo. Este mês foi uma das maiores, senão a maior, diferença a meu favor. Mais uns três meses iguais a esse - o que deve ser querer demais - e vou migrar pesado pra FII's e renda fixa. Meu sonho é conseguir isso até meio do ano que vem. Se eu e a bolsa continuarmos com sorte, vai vir até antes essa fase 2 dos investimentos. 

Tudo por causa do meu medo com o cenário financeiro positivo que já completou dez anos de EUA e capitalismo mundial sem recessão e, daqui a pouquinho, quatro anos de bolsa brasileira subindo. Talvez tudo suba muito mais, mas estou doido pra sair dessa festa. Reduzir drasticamente a exposição em ações. Ainda não posso.

Há sete anos e meio que invisto quase que 100% em ações. Não é que eu ache extremamente provável que a nova crise mundial chegue em 2020. Sou pessimista, mas não tanto para cravar uma certeza razoável. É que estou chegando num patamar que cobre boa parte dos meus pequenos gastos mensais. Não tenho interesse de viver em qualquer luxo e não é por isso que junto grana, logo, quero continuar acumulando, mas agora sob ritmo menor e segurança maior.

Cumpri a promessa de fazer o aporte do mês em FII. Voltei a aportar sete mil.

Quanto à escolha de ações e aceitar minha mistura de "holding dinâmico" com "swing trade holdista", mesmo com o tanto de impostos que essa tática acarreta, estou cada vez mais satisfeito. Tomara que a maré não vire. 2019 tem sido um sucesso. Só um mês ruim e uma sequência dos sonhos de rentabilidades "azuis". Se a bolsa bater 120.000 pts eu nunca mais reclamo de nada na vida rs. 

No mais, "o de sempre": quando vem a nova grande crise mundial? Afrouxamento monetário e aumentos dos endividamentos devem cobrar sua conta em algum momento não muito longe, creio. 

Momento "bullish" é tenso. Fico só esperando dar merda. Só que agora tenho grana demais (para meu padrão de gastos) pra torcer por baixas. Quero mais um ou dois anos de subidas, se der. 

E aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 0,95%

Tenho hoje - 607.426,42 (carteira) + 439,22 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 607.865,64Total de R$ 371.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com ‭236.865,64 a mais que o total aportado. Mês passado era 211.256,61 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 25.609,03. Alta de 4,40%. Num mês de alta de 0,95%... Desempenho incrível! Um dos melhores.

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 21.000,00 na "carteira digital". Dá certo medo. Mesmo sendo menos de 3% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltamos ao prejuízo. Os animadões de 2019 se precipitaram.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 16.000,00 em renda fixa. Porém, vou gastar bastante este mês. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 645 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 407 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 108.233 pontos. Uns 91,5% a mais do que estava na minha estréia, sete anos e pouco atrás. A inflação acumulada é de 42,04%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 92,71%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica da planilha verde se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 






A.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Avaliação de Outubro 19



Avaliação Final de Outubro


Mais um mês com uma boa vitória sobre o "Ibov". Estou cada vez mais satisfeito com a reformulação da estratégia no início do ano. Era chato perder pro índice, mesmo que por pouco. Agora tenho vencido, ainda que por pouco. Quando reformulei, estava perdendo.

Já coloquei na planilha o valor sem os oitocentos e cinquenta de IR que vou pagar nos próximos dias, daí a leve divergência de valores nas duas imagens abaixo.

Aportei nada este mês. Vou mudar de moradia e tenho que comprar coisas, inclusive para o trabalho. Notebook novo e etc. Black friday virá. Fim do ano volto ao normal ou até compenso isso. O aporte em FII ficou para novembro. 

Minha preocupação agora é: quando vem a nova grande crise mundial? Afrouxamento monetário e aumentos dos endividamentos devem cobrar sua conta em algum momento não muito longe, creio. 

Momento "bullish" é tenso. Fico só esperando dar merda. Só que agora tenho grana demais (para meu padrão de gastos) pra torcer por baixas. Quero mais dois anos de subidas, se der. 

No mais, aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 2,36%

Tenho hoje - 575.943,14 (carteira) + 162,47 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 576.105,61 (menos R$ 850,00 de IR = R$ 575.256,61). Total de R$ 364.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com ‭211.256,61‬ a mais que o total aportado. Mês passado era 193.173,30 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 18.083,31. Alta de 3,25%. Num mês de alta de 2,36%... Desempenho ótimo!

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 24.700,00 na "carteira digital". Dá certo medo. Mesmo sendo menos de 4% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltamos ao prejuízo. Os animadões de 2019 se precipitaram.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 15.100,00 em renda fixa. Porém, vou gastar bastante este mês. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 615 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 400 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 107.219 pontos. Uns 90,4% a mais do que estava na minha estréia, sete anos e pouco atrás. A inflação acumulada é de 41,94%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 88,31%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica da planilha verde se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 






A.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Avaliação de Setembro 19



Avaliação Final de Setembro


O mês passado eu venci o Ibov por mais de 3%, mas na verdade foi como se fosse uns 2% a mais "só", porque faltava pagar o IR que a reformulação da carteira ia exigir. Faz parte da nova estratégia, assumida ao início do ano e que, por sinal, está me fazendo voltar a vencer o "Ibov" com mais constância.

Pois bem, este mês eu teria uma leve nova vitória, mas como retirei grana para pagar o IR, o rendimento foi um pouco menor que o Ibov. Normal. Logo, bem vou choramingar.

Infelizmente tive que aportar pouco novamente e assim será o mês seguinte. Trata-se de um período de gastos extraordinários. Notebook novo vem aí e etc. Esperando a black friday. Fim do ano volto ao normal ou até compenso isso.. O aporte de outubro será em FII. Bolsa tá quase no topo.

Minha preocupação agora é: quando vem a nova grande crise mundial? Afrouxamento monetário e aumentos dos endividamentos devem cobrar sua conta em algum momento não muito longe, creio. 

Momento "bullish" é tenso. Fico só esperando dar merda. Só que agora tenho grana demais (para meu padrão de gastos) pra torcer por baixas. Quero mais dois anos de subidas, se der. 

No mais, aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 3,57%

Tenho hoje - 553.869,81 (carteira) + 3.303,49 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 557.137,30Total de R$ 364.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 193.173,30 a mais que o total aportado. Mês passado era 177.322,41 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 15.850,89. Alta de 2,92%. Num mês de alta de 3,57%... Desempenho até razoável, pelas razões já ditas.

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 23.050,00 na "carteira digital". Dá certo medo. Menos de 5% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltamos ao prejuízo. Os animadões de 2019 se precipitaram.


Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 9.800,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 590 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 393 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 104.745,32 pontos. Uns 83% a mais do que estava na minha estréia, sete anos e pouco atrás. A inflação acumulada é de 41,98%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 85,06%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica da planilha verde se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 







A.