sexta-feira, 28 de junho de 2019

Avaliação de Junho 19



Avaliação Final de Junho


Quem é vivo sempre aparece. Carteira digital voltou a ocupar seus 6% do meu patrimônio e isso voltou a me deixar com a sensação de crescimento artificial. Se subir muito mais, tipo próximo ao topo histórico, tendo a vender metade. Não gosto que chegue perto de 10%, por exemplo. Enfim, interessante que só fico tranquilo com minhas moedas quando elas estão caindo. 

Para não ser mal entendido, acho perfeitamente possível que o BTC chegue até mesmo aos 100k da vida. Talvez até rápido, como querem os otimistas. É só uma preferência minha mesmo, de não querer uma porcentagem muito grande da minha carteira, neste momento em que a meta de 2012 foi atingida, em algo altamente especulativo, mesmo sendo o ativo desse tipo que eu mais gosto-entendo e acho que pode voar ainda mais.

Esperava um junho razoavelmente abaixo do Ibov, já que maio foi tão bom. Porém, meus papéis perderam por 0,35% só. E sequer foi culpa deles. Imposto de renda sobre rendimentos passados e a concentração razoável em FII causaram essa pequena diferença. Certo é que quem vendeu "in may" e foi embora se "quebrou". 

Vou reformar bastante a carteira de FII, pois tive experiências ruins em seguir a recomendação da minha corretora. Parece que quando trocam as ações da carteira elas caem muito e devolvem quase todo o lucro do mês anterior. Uma espécie de efeito manada pra quem chega mesmo "uma hora" depois da troca. Então vou montar minha própria carteira "holder". Já até escolhi os oito ou dez fundos. 

Aportei menos este mês. Pela primeira vez na vida tive gastos extraordinários muito imprevistos. Ainda assim, cinco mil não foi ruim. 

Em termos de crescimento nominal de valor patrimonial foi mais uma vez um dos melhores meses da minha vida. Porém, como ainda estou muito exposto às especulações, nem comemoro

Engraçado que se as coisas se mantiverem, já chego nos 550k daqui a pouco, com o aporte do mês que vem. Ou seja, a quantia "fico feliz" do ano já seria atingida praticamente no meio dele. Estou gostando de 2019 e isso dá medo. 

Por incrível que pareça, fico mais tenso nessas altas do que na baixa. Tudo fica me parecendo muito esticado. Minhas carteiras todas tendo um mês bom assim me assusta e me deixa intranquilo. Nas baixas eu nem ligo muito. Dá até aquele gostinho bom de estar comprando possivelmente na baixa. 

Porém, é aquela coisa, uma hora tem que subir. Ainda bem.

No mais, aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 4,06%

Tenho hoje - 462.936,76 (carteira) + 36.161,87 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 499.098,63. Isso menos R$ 700,00 de IR (vou pagar nos próximos dias. Já era pra ter feito) = 498.398,63. Total de R$ 345.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 153.398,63 a mais que o total aportado. Mês passado era 135.595,96 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 17.802,67. Alta de 3,70%. Num mês de alta de 4,06%... Desempenho ótimo!

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 32.800,00 na "carteira digital". Dá até medo. Cerca de 6% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltei a ver lucro. Que continue subindo. Ou pelo menos não caia muito!

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 7.800,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 539 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 374 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 100.967 pontos. Uns 79,4% a mais do que estava na minha estréia, sete anos atrás. A inflação acumulada é de 41,66%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 77,5%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 






A.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Avaliação de Maio 19



Avaliação Final de Maio


Sell in may é o caralho! Enfim um mês de maio bom! No meio do mês eu já tava chorando comigo mesmo: "Meu deus, porque nunca ouço a superstição?" Pois bem, viva o racional. Minha estratégia "nova" este mês mostrou totalmente a que veio. Graças à concentração em ITSA4 e algumas ações do "giro" venci bem o "Ibov". Porém, é cedo pra avaliar positivamente a estratégia. Tem sido satisfatória, mas só por enquanto.  

Ainda não sei se vou diminuir em ações e aumentar em FII. Talvez eu só faça isso após a aprovação da reforma mesmo, que deve ocorrer. 

Por sinal, a carteira de FII's até vai bem. 

Os gastos com IR foram menores do que pensei. Mil e quinhentos que tirei da poupança mesmo. Então minha rentabilidade este mês é um pouco "falsa", já que vou aportar menos mês que vem para compensar esses 1500. Era pra ser uns 0,3 ou 0,4% a menos.

Este mês aportei cerca de 12 mil reais, em razão de um crédito que recebi.

Para melhorar essa história toda, as moedas virtuais ressuscitaram. Mais um mês fantástico. O patrimônio total passou os sonhados 500k, que foi o primeiro número que pensei em 2012. Porém, como ainda estou muito exposto às especulações, nem dá pra comemorar. 

É muita ironia eu atingir justamente no mês de maio o "objetivo um" do meu primeiro centavo na bolsa. Os 500k. Todos os meus "maios" de investimento aqui foram chorando por não seguir o "sell in may" e me ferrar. Finalmente veio o "maio exceção".

Se essa alta toda se mantiver por mais um ano, vou conseguir migrar parte dos lucros pra renda fixa, que era algo impensável há pouco tempo. Porém, por enquanto, é cedo. O importante é continuar aportando.

Por incrível que pareça, fico mais tenso nessas altas do que na baixa. Tudo fica me parecendo muito esticado. Minhas carteiras todas tendo um mês bom assim me assusta e me deixa intranquilo. 

Nas baixas eu nem ligo muito. Dá até aquele gostinho bom de estar comprando possivelmente na baixa. 

Aí o mercado cai 10% mês que vem e eu apareço aqui chorando.

No mais, aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 0,70%

Tenho hoje - 475.516,39 (carteira) + 79,57 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 475.595,96. Total de R$ 340.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 135.595,96 a mais que o total aportado. Mês passado era 124.774,58 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 10.821,38. Alta de 2,33%. Num mês de alta de 0,70%... Desempenho ótimo!

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 25.000,00 na "carteira digital". Dá até medo. Quase  5% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Prejuízo ainda. 

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 6.400,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 507 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 369 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 97.030 pontos. Uns 65,5% a mais do que estava na minha estréia, seis anos e tanto atrás. Por enquanto, "Ibov" 65,5%, minha carteira, 39,88%. A inflação acumulada é de 41,6%. E a poupança daria uns 42-46%. Bom... Ao menos já foi extremamente pior. 

Há alguns "poréns" nessas contas. A rentabilidade histórica, se ajustada, seria de 73,8% em vez de 39,88%. É que os aportes distorcem a coisa em cenários não-estáveis. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. Assim, considero a "rentabilidade ajustada" algo até mais justo para avaliar se estamos investindo bem ou não. 






A.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Avaliação de Abril 19



Avaliação Final de Abril


Ibov está novamente com uma frente boa em relação a mim. Minha concentração em ITSA4, que nem sei se permanecerá, continua sem grandes resultados. Talvez aconteça o primeiro "grande giro". Porém, só vou poder avaliar bem essa nova estratégia ao fim do ano.

Pretendo mudar a carteira de FII também, mas até que não foi mal. Certo é que mês que vem terei perdas com IR.

Já tava ensaiando isto mês passado e mudei de vez agora a minha estratégia acerca da relação "FII-Ações". Pretendo chegar aos 200k (ou mais) em FII até o fim do ano, mas só se a bolsa for subindo. Do contrário, tendo a comprar ações. Enfim, o eventual transbordo da bolsa é que vai ter que financiar parcialmente o crescimento do total em FII. Será um redirecionamento com mais ziguezagues do que eu pensava inicialmente. 

No mais... Meus papéis continuam não rendendo essas coisas. Os resultados das empresas não estão ruins, mas o "Ibov" parece estar sendo puxado mais por empresas cíclicas ou que estavam em situação duvidosa, o que nunca foi meu forte na alocação. Por isso que vou passar a arriscar um pouco mais, só que sem abrir mão da estratégia fundamentalista.

Aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

... (e por aí vai tudo que escrevi mês passado...)

Números do mês:

"Ibov" subiu 0,98%

Tenho hoje - 421.847,10 (carteira) + 20.927,48 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) + 10.000,00 (estimativa conservadora das RBRR11 que subscrevi e estão chegando) = R$ 452.774,58. Total de R$ 328.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 124.774,58 a mais que o total aportado. Mês passado era 124.291,87 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 482,71. Alta de 0,11%. Num mês de alta de 0,98%... Novo desempenho ruim. 

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 16.100,00 na "carteira digital". Cresceu bem este mês até. Dá até medo. Cerca de 3% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Prejuízo enorme. Quem diria!

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 7.100,00 em renda fixa. Também tenho um dinheirinho pra receber em uns três meses. Créditos certos. Talvez cheguem a 4 ou 5 mil. Porém, só vou contar quando entrar. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 476 mil reais. Receberei uns 4,5 k no meio deste mês de maio. Ficará então 480,5 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 357 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 96.353 pontos. Uns 64,8% a mais do que estava na minha estréia, seis anos e tanto atrás. Por enquanto, "Ibov" 64,8%, minha carteira, 38,04%. A inflação acumulada é de 41%. E a poupança daria uns 41-45%. Bom... Ao menos já foi extremamente pior. 

Há alguns "poréns" nessas contas. A rentabilidade histórica, se ajustada, seria de 71,5% em vez de 38,04%. É que os aportes distorcem a coisa em cenários não-estáveis. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. Assim, considero a "rentabilidade ajustada" algo até mais justo para avaliar se estamos investindo bem ou não. 






A.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Avaliação de Março 19



Avaliação Final de Março


Ibov voltou a me ultrapassar, mas dessa vez a porrada não beirou os 2%, mas quase 1%. Aportei bastante numa queda aos 93,7k. "ITSA4". Tomara que futuramente isso dê algum fruto.

Não alterei a composição dos FII. Sequer aportei neles este mês. Se ou quando a bolsa tocar os 100 mil pontos de novo, eu vendo ações e encho o carrinho de FII. Talvez uns 30 a 40 mil para juntar uns 150 mil reais em FII logo. Segue a estratégia de redirecionamento, mas o caminho vai ter uns ziguezagues mesmo.

Meus papéis continuam não rendendo essas coisas. Os resultados das empresas não estão ruins, mas o "Ibov" parece estar sendo puxado mais por empresas cíclicas ou que estavam em situação duvidosa, o que nunca foi meu forte na alocação. Por isso que vou passar a arriscar um pouco mais, só que sem abrir mão da estratégia fundamentalista.

Aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

... (e por aí vai tudo que escrevi mês passado...)

Continuo enxugando a carteira ao mesmo tempo que a torno mais "arriscada". A partir dos próximos meses devo começar a pagar IR e algumas dezenas de reais com corretagem pela adoção da estratégia dos "grandes giros".

Números do mês:

"Ibov" caiu 0,18%

Tenho hoje - 443.992,98 (carteira) + 298,89 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 444.291,87. Total de R$ 320.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 124.291,87 a mais que o total aportado. Mês passado era 129.360,31 a mais que aportei. Dá pra ver que perdi 5.068,44. Queda de 1,13%. Num mês de baixa de 0,18%... Desempenho ruim. 

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 13.150,00 na "carteira digital". O dólar continuou ajudando no leve crescimento. Pouco mais de 2% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Prejuízo enorme. Quem diria!

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 8.200,00 em renda fixa. Também tenho um dinheirinho pra receber em uns três meses. Créditos certos. Talvez cheguem a 4 ou 5 mil. Porém, só vou contar quando entrar. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 465,5 mil reais mais crédito (creio que receberei uns 4,5 inclusive. Em maio). Só aumentou este mês devido ao aporte. Total aportado em tudo? Uns 349 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 95.415 pontos. Uns 63,8% a mais do que estava na minha estréia, seis anos e tanto atrás. Por enquanto, "Ibov" 63,8%, minha carteira, 38,84%. A inflação acumulada é de 40,2%. E a poupança daria uns 40-44%. Bom... Ao menos já foi extremamente pior. 

Há alguns "poréns" nessas contas. A rentabilidade histórica, se ajustada, seria de 71,4% em vez de 41,46%. É que os aportes distorcem a coisa em cenários não-estáveis. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. Assim, considero a "rentabilidade ajustada" algo até mais justo para avaliar se estamos investindo bem ou não. 






A.

sábado, 9 de março de 2019

Avaliação de Fevereiro 19



Avaliação Final de Fevereiro


Pela primeira vez desde 2012, atrasei intencionalmente a avaliação e as contas de um fim de mês. Culpa do carnaval. Ou do amor. Ou sei lá. Só sei que não tive tempo e quando fui ver a bolsa novamente já tava bem diferente dos quase 95,6 mil pontos do fechamento.

Pois bem, ia pular este mês, mas percebi que o índice acabou retornando a um valor bem parecido. Apenas uns 200 e poucos pontos abaixo. Assim sendo, resolvi tornar 08 de março o meu 28 de fevereiro. É como se o mês estivesse terminando agora, aproveitando a quase coincidência.

Em tese, a comparação me desfavorece um pouco, porém, fato é que acabei devolvendo a porrada que tomei mês passado. No ano, estamos empatados. Até estou bem levemente melhor. Desde as reformulações do meio do ano passado que voltei a competir bem com o "Ibov". O início de 2018 tava dureza. Na verdade, o que mais me prejudicou em 2018 foi o prejuízo de mais de dez mil com moedas, mas tudo bem, acontece. E demorei pra mudar a carteira, por falta de tempo mesmo. A vida tava mais complicada. De toda forma, a bolsa rendeu bem e compensou. 

Devo dizer que, dessa vez, neste mês, a comparação tem - e terá daqui pra frente, talvez por anos ou décadas até - uma novidade. Aportei, ao fim de fevereiro, em Fundos Imobiliários (FII) praticamente todo o dinheiro que estava parado: 100 mil reais. E, por enquanto, até dei sorte inicial, pois, se as ações continuaram patinando, as cotas dos fundos até se valorizaram bem desde então. 

Claro que FII é renda variável e tal, mas geralmente eles oscilam menos e vão me dar a renda mensal que tanto quero. Ou seja, não é só pela menor instabilidade. 

Enfim, agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha. 

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Outra opção seria focar pesado em ações que pagam altos dividendos em vez de aportar parte grande pra FII. Não seria ruim. Entretanto, acredito que o desempenho dos melhores FII tende a ser superior a estas. Andei fazendo umas comparações demoradas e chatas. De toda forma, não deixa de ser tudo bem incerto. É renda variável.

O sonho é chegar a fim do ano com 200 mil ou mesmo 250 mil em FII's, salvo quedas generalizadas. Quem sabe até 300 mil. Os aportes devem ser todos para eles. E ainda devo aportar uns 90 mil este ano. 

Resumindo, o bom desempenho relativo do mês se deve em parte à valorização rápida das cotas e, em outra, a uma queda menor das minhas ações em relação ao "Ibov". Em alguns meses, o meu colchão FII vai atrapalhar que eu acompanhe o índice pra cima. Este mês, ele fez o contrário. Boa estréia. E ainda nem entrou aluguel. 

No mais, o sonho dos 550k ao final do ano continua bem vivo. É como sempre digo, basta o governo não atrapalhar muito.

Quanto às ações, ainda não comecei os grandes giros de carteira, mas vou. Creio que o lucro compensará o IR. É minha esperança. Daqui a cinco anos digo se estava certo ou errado.

Números do mês:

"Ibov" caiu 1,86%

Tenho hoje - 428.886,20 (carteira) + 12.474,11 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 441.360,31. Total de R$ 312.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 129.360,31 a mais que o total aportado. Mês passado era 130.541,24 a mais que aportei. Dá pra ver que perdi 1.180,93. Queda de 0,27%. Num mês de baixa de 1,86%... Desempenho ótimo. 

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 12.150,00 na "carteira digital". O dólar ajudou no leve crescimento. Até compensou, com boa sobra, a quedinha da bolsa. Pouco mais de 2% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Prejuízo enorme. Quem diria!

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 7.500,00 em renda fixa. Também tenho um dinheirinho pra receber em uns três meses. Créditos certos. Talvez cheguem a 4 ou 5 mil. Porém, só vou contar quando entrar. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 461 mil reais mais crédito. Leve queda porque este mês não houve aporte. Só gastei. É que recebi antecipado em janeiro o "mês de fevereiro". Total aportado em tudo? Uns 341 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 95.584 pontos. Uns 64% a mais do que estava na minha estréia, seis anos e tanto atrás. Por enquanto, "Ibov" 64%, minha carteira, 41,46%. A inflação acumulada é de 39,8%. E a poupança daria uns 40-44%. Bom... Ao menos já foi extremamente pior. 

Há alguns "poréns" nessas contas. A rentabilidade histórica, se ajustada, seria de 72,5% em vez de 41,46%. É que os aportes distorcem a coisa em cenários não-estáveis. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. Assim, considero a "rentabilidade ajustada" algo até mais justo para avaliar se estamos investindo bem ou não. 






A.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Avaliação de Janeiro 19



Avaliação Final de Janeiro


Ainda na lógica das porradas "do" ou "no" "ibov". Este mês tomei "2" dele. Culpa minha. Poderia tê-lo vencido até com facilidade. Porém, não me arrependo muito e explico.

Primeiro que não tinha como prever. 

Segundo que tudo faz parte de uma estratégia consciente de migração pra uma renda variável que varia menos, digamos assim, como já prometi desde mês passado. A maioria dos 120 mil que vendi ou deixei de comprar irão pra FII's. Quero encerrar o ano com no máximo 60% em bolsa. Eu falava mês passado em 150 mil em FII ao fim do ano. Já acho que dá pra chegar com 200 mil ou mais.

Na verdade, a estratégia combina arriscar um pouco menos, com boa parte do dinheiro indo para FII, e arriscar um pouco mais, já que o dinheiro que sobrar na bolsa irá ficar menos diversificado e mais "rotativo". A carteira vai "girar" mais. Por motivo que já expliquei mês passado.

Terceiro que isso de vender de 10% a 20% (se bem que dessa vez vendi quase 30%) das posições acionárias em topos muitas vezes funciona. E já me dei bem com isso algumas vezes. Dessa vez, não.

Assim sendo, os quase 9% até que não ficaram tão feio frente aos quase 11% do índice. Infelizmente estive 25% out ou mais em boa parte do tempo e deixei de lucrar mais.

Ademais, o patrimônio cresceu tanto que é praticamente impossível não ficar feliz mesmo com a "derrota".

O sonho dos 550k ao final do ano parece bem palatável depois de um janeiro desse. É como sempre digo, basta o governo não atrapalhar muito.

Fiz o aporte excepcional de 25 mil e vendi quase todos os papéis que queria. Falta vender "MULT3" e reduzir a exposição nas estatais, o que já comecei em "BBAS3". Acho até que elas vão subir, mas quero arriscar em papéis que enchem ainda mais os meus olhos.

No mais, é o de sempre. Sobre o próximo governo, creio que é mais possível que a bolsa suba, mas tudo pode acontecer. Quanto menos o futuro presidente governar e se meter, melhor será. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 10,82%. 

Tenho hoje - 321.973,00 (carteira) + 120.568,24 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 442.541,24. Total de R$ 312.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 130.541,24 a mais que o total aportado. Mês passado era 94.436,99 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 36.104,25. Alta de 8,88%. Num mês de alta de 10,82%... Desempenho péssimo. 

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 10.000,00 na "carteira digital". Pouco mais de 2% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Prejuízo enorme. Quem diria!

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 11.000,00 em renda fixa. Também tenho um dinheirinho pra receber em uns quatro meses. Créditos certos. Talvez cheguem a 5 mil. Porém, só vou contar quando entrar. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 463,5 mil reais mais crédito. Total aportado em tudo? Uns 341 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações). 

A bolsa "fechou" aos 97.394 pontos. Uns 66% a mais do que estava na minha estréia, seis anos e meio atrás. Por enquanto, "Ibov" 66%, minha carteira, 41,84%. A inflação acumulada é de 39,5%. E a poupança daria uns 40-43%. Bom... Ao menos já foi extremamente pior. 

Há um porém nessas contas, que percebi certa vez. Vou até postar sobre isso quando tiver mais tempo. A depender da interpretação, a rentabilidade histórica, se ajustada, seria de 72,8% em vez de 41,84%. É que os aportes distorcem a coisa em cenários não-estáveis. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. Assim, considero a "rentabilidade ajustada" algo até mais justo para avaliar se estamos investindo bem ou não. Outro dia explico melhor.






A.