terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Avaliação de Novembro 19



Avaliação Final de Novembro


Este ano estou revertendo tanto minha disputa com o "Ibov" que me dá até medo. Este mês foi uma das maiores, senão a maior, diferença a meu favor. Mais uns três meses iguais a esse - o que deve ser querer demais - e vou migrar pesado pra FII's e renda fixa. Meu sonho é conseguir isso até meio do ano que vem. Se eu e a bolsa continuarmos com sorte, vai vir até antes essa fase 2 dos investimentos. 

Tudo por causa do meu medo com o cenário financeiro positivo que já completou dez anos de EUA e capitalismo mundial sem recessão e, daqui a pouquinho, quatro anos de bolsa brasileira subindo. Talvez tudo suba muito mais, mas estou doido pra sair dessa festa. Reduzir drasticamente a exposição em ações. Ainda não posso.

Há sete anos e meio que invisto quase que 100% em ações. Não é que eu ache extremamente provável que a nova crise mundial chegue em 2020. Sou pessimista, mas não tanto para cravar uma certeza razoável. É que estou chegando num patamar que cobre boa parte dos meus pequenos gastos mensais. Não tenho interesse de viver em qualquer luxo e não é por isso que junto grana, logo, quero continuar acumulando, mas agora sob ritmo menor e segurança maior.

Cumpri a promessa de fazer o aporte do mês em FII. Voltei a aportar sete mil.

Quanto à escolha de ações e aceitar minha mistura de "holding dinâmico" com "swing trade holdista", mesmo com o tanto de impostos que essa tática acarreta, estou cada vez mais satisfeito. Tomara que a maré não vire. 2019 tem sido um sucesso. Só um mês ruim e uma sequência dos sonhos de rentabilidades "azuis". Se a bolsa bater 120.000 pts eu nunca mais reclamo de nada na vida rs. 

No mais, "o de sempre": quando vem a nova grande crise mundial? Afrouxamento monetário e aumentos dos endividamentos devem cobrar sua conta em algum momento não muito longe, creio. 

Momento "bullish" é tenso. Fico só esperando dar merda. Só que agora tenho grana demais (para meu padrão de gastos) pra torcer por baixas. Quero mais um ou dois anos de subidas, se der. 

E aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 0,95%

Tenho hoje - 607.426,42 (carteira) + 439,22 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 607.865,64Total de R$ 371.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com ‭236.865,64 a mais que o total aportado. Mês passado era 211.256,61 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 25.609,03. Alta de 4,40%. Num mês de alta de 0,95%... Desempenho incrível! Um dos melhores.

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 21.000,00 na "carteira digital". Dá certo medo. Mesmo sendo menos de 3% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltamos ao prejuízo. Os animadões de 2019 se precipitaram.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 16.000,00 em renda fixa. Porém, vou gastar bastante este mês. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 645 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 407 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 108.233 pontos. Uns 91,5% a mais do que estava na minha estréia, sete anos e pouco atrás. A inflação acumulada é de 42,04%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 92,71%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica da planilha verde se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 






A.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Avaliação de Outubro 19



Avaliação Final de Outubro


Mais um mês com uma boa vitória sobre o "Ibov". Estou cada vez mais satisfeito com a reformulação da estratégia no início do ano. Era chato perder pro índice, mesmo que por pouco. Agora tenho vencido, ainda que por pouco. Quando reformulei, estava perdendo.

Já coloquei na planilha o valor sem os oitocentos e cinquenta de IR que vou pagar nos próximos dias, daí a leve divergência de valores nas duas imagens abaixo.

Aportei nada este mês. Vou mudar de moradia e tenho que comprar coisas, inclusive para o trabalho. Notebook novo e etc. Black friday virá. Fim do ano volto ao normal ou até compenso isso. O aporte em FII ficou para novembro. 

Minha preocupação agora é: quando vem a nova grande crise mundial? Afrouxamento monetário e aumentos dos endividamentos devem cobrar sua conta em algum momento não muito longe, creio. 

Momento "bullish" é tenso. Fico só esperando dar merda. Só que agora tenho grana demais (para meu padrão de gastos) pra torcer por baixas. Quero mais dois anos de subidas, se der. 

No mais, aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 2,36%

Tenho hoje - 575.943,14 (carteira) + 162,47 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 576.105,61 (menos R$ 850,00 de IR = R$ 575.256,61). Total de R$ 364.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com ‭211.256,61‬ a mais que o total aportado. Mês passado era 193.173,30 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 18.083,31. Alta de 3,25%. Num mês de alta de 2,36%... Desempenho ótimo!

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 24.700,00 na "carteira digital". Dá certo medo. Mesmo sendo menos de 4% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltamos ao prejuízo. Os animadões de 2019 se precipitaram.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 15.100,00 em renda fixa. Porém, vou gastar bastante este mês. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 615 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 400 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 107.219 pontos. Uns 90,4% a mais do que estava na minha estréia, sete anos e pouco atrás. A inflação acumulada é de 41,94%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 88,31%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica da planilha verde se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 






A.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Avaliação de Setembro 19



Avaliação Final de Setembro


O mês passado eu venci o Ibov por mais de 3%, mas na verdade foi como se fosse uns 2% a mais "só", porque faltava pagar o IR que a reformulação da carteira ia exigir. Faz parte da nova estratégia, assumida ao início do ano e que, por sinal, está me fazendo voltar a vencer o "Ibov" com mais constância.

Pois bem, este mês eu teria uma leve nova vitória, mas como retirei grana para pagar o IR, o rendimento foi um pouco menor que o Ibov. Normal. Logo, bem vou choramingar.

Infelizmente tive que aportar pouco novamente e assim será o mês seguinte. Trata-se de um período de gastos extraordinários. Notebook novo vem aí e etc. Esperando a black friday. Fim do ano volto ao normal ou até compenso isso.. O aporte de outubro será em FII. Bolsa tá quase no topo.

Minha preocupação agora é: quando vem a nova grande crise mundial? Afrouxamento monetário e aumentos dos endividamentos devem cobrar sua conta em algum momento não muito longe, creio. 

Momento "bullish" é tenso. Fico só esperando dar merda. Só que agora tenho grana demais (para meu padrão de gastos) pra torcer por baixas. Quero mais dois anos de subidas, se der. 

No mais, aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 3,57%

Tenho hoje - 553.869,81 (carteira) + 3.303,49 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 557.137,30Total de R$ 364.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 193.173,30 a mais que o total aportado. Mês passado era 177.322,41 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 15.850,89. Alta de 2,92%. Num mês de alta de 3,57%... Desempenho até razoável, pelas razões já ditas.

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 23.050,00 na "carteira digital". Dá certo medo. Menos de 5% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltamos ao prejuízo. Os animadões de 2019 se precipitaram.


Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 9.800,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 590 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 393 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 104.745,32 pontos. Uns 83% a mais do que estava na minha estréia, sete anos e pouco atrás. A inflação acumulada é de 41,98%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 85,06%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica da planilha verde se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 







A.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Avaliação de Agosto 19



Avaliação Final de Agosto


Mês de ótimo para excepcional. Até ultrapassei o "Ibov" em 2019. Se pensar só no mês em si, ele foi candidato a melhor desempenho relativo da minha história. Entretanto, na hora que eu for pagar IR's sobre o lucro esse lucro vai definhar um pouco. Ainda assim, nada a reclamar.

Tornei a aportar apenas na bolsa. Isso em razão da perda dos 100 mil pts. Ainda aposto que podemos mais até 2020 ou sei lá.

Aporte menor, pois tenho compras a fazer pela frente. Talvez um notebook novo.

Minha preocupação agora é: quando vem a nova grande crise mundial? Afrouxamento monetário e aumentos dos endividamentos devem cobrar sua conta em algum momento não muito longe, creio. 

Momento "bullish" é tenso. Fico só esperando dar merda. Só que agora tenho grana demais (para meu padrão de gastos) pra torcer por baixas. Quero mais dois anos de subidas, se der. 

No mais, aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" caiu 0,67%

Tenho hoje - 534.374,64 (carteira) + 1.957,77 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 536.322,41Total de R$ 359.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 177.322,41 a mais que o total aportado. Mês passado era 163.420,79 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 13.901,62. Alta de 2,66%. Num mês de baixa de 0,67%... Desempenho excepcional!

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 29.200,00 na "carteira digital". Dá certo medo. Mais de 5% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Leve lucro. 

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 6.700,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 573,5 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 387 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 101.134 pontos. Uns 79,5% a mais do que estava na minha estréia, sete anos e pouco atrás. A inflação acumulada é de 41,90%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 82,14%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica da planilha verde se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 






A.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Avaliação de Julho 19



Avaliação Final de Julho


Ótimo mês para mim. As mudanças na carteira pelo menos estão fazendo com que eu consiga acompanhar o "Ibov" em 2019. Alguns papéis de bons fundamentos continuam me decepcionado porém. "GRND3" e "MDIA3", por exemplo. A "VALE3" também deu uma encalhada com tanta incerteza no cenário. Uma ou mais devem rodar. 

Enfim, apesar de eu estar pagando IR's sobre o lucro, a verdade é que tem valido a pena por enquanto. 

Reformei a carteira de FII para longo prazo e pretendo fazer pouca ou nenhuma venda-troca durante o ano. Talvez apenas novas compras ou aumento de posição.

Aporte normal para meu padrão atual. Oito mil. Não sei se vou conseguir sempre tanto. Sete mil deve ser mais normal daqui em diante. Veremos. 

As moedas digitais tiveram um mês ruim e perdi boa parte do lucro da bolsa. Ainda assim, mais um mês de crescimento patrimonial interessante. Se todos fossem como julho, tava ótimo.

Atingi a quantia "fico feliz" do ano praticamente no meio dele. Os 550k. Estou gostando de 2019 e isso dá medo. 

Quando vem a nova grande crise mundial? Afrouxamento monetário e aumentos dos endividamentos devem cobrar sua conta em algum momento não muito longe, creio. 

Momento "bullish" é tenso. Fico só esperando dar merda. Só que agora tenho grana demais (para meu padrão de gastos) pra torcer por baixas. Quero mais dois anos de subidas, se der. 

No mais, aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 0,84%

Tenho hoje - 508.031,45 (carteira) + 8.389,34 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 516.420,79Total de R$ 353.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 163.420,79 a mais que o total aportado. Mês passado era 153.398,63 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 10.022,16. Alta de 1,98%. Num mês de alta de 0,84%... Desempenho ótimo!

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 27.200,00 na "carteira digital". Dá até medo. Quase 6% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Leve prejuízo até. Vamos ver pra onde vai esse troço.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 6.700,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 550,3 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 381 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 101.812 pontos. Uns 80,2% a mais do que estava na minha estréia, sete anos atrás. A inflação acumulada é de 41,68%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 79,48%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica da planilha verde se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 






A.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Avaliação de Junho 19



Avaliação Final de Junho


Quem é vivo sempre aparece. Carteira digital voltou a ocupar seus 6% do meu patrimônio e isso voltou a me deixar com a sensação de crescimento artificial. Se subir muito mais, tipo próximo ao topo histórico, tendo a vender metade. Não gosto que chegue perto de 10%, por exemplo. Enfim, interessante que só fico tranquilo com minhas moedas quando elas estão caindo. 

Para não ser mal entendido, acho perfeitamente possível que o BTC chegue até mesmo aos 100k da vida. Talvez até rápido, como querem os otimistas. É só uma preferência minha mesmo, de não querer uma porcentagem muito grande da minha carteira, neste momento em que a meta de 2012 foi atingida, em algo altamente especulativo, mesmo sendo o ativo desse tipo que eu mais gosto-entendo e acho que pode voar ainda mais.

Esperava um junho razoavelmente abaixo do Ibov, já que maio foi tão bom. Porém, meus papéis perderam por 0,35% só. E sequer foi culpa deles. Imposto de renda sobre rendimentos passados e a concentração razoável em FII causaram essa pequena diferença. Certo é que quem vendeu "in may" e foi embora se "quebrou". 

Vou reformar bastante a carteira de FII, pois tive experiências ruins em seguir a recomendação da minha corretora. Parece que quando trocam as ações da carteira elas caem muito e devolvem quase todo o lucro do mês anterior. Uma espécie de efeito manada pra quem chega mesmo "uma hora" depois da troca. Então vou montar minha própria carteira "holder". Já até escolhi os oito ou dez fundos. 

Aportei menos este mês. Pela primeira vez na vida tive gastos extraordinários muito imprevistos. Ainda assim, cinco mil não foi ruim. 

Em termos de crescimento nominal de valor patrimonial foi mais uma vez um dos melhores meses da minha vida. Porém, como ainda estou muito exposto às especulações, nem comemoro

Engraçado que se as coisas se mantiverem, já chego nos 550k daqui a pouco, com o aporte do mês que vem. Ou seja, a quantia "fico feliz" do ano já seria atingida praticamente no meio dele. Estou gostando de 2019 e isso dá medo. 

Por incrível que pareça, fico mais tenso nessas altas do que na baixa. Tudo fica me parecendo muito esticado. Minhas carteiras todas tendo um mês bom assim me assusta e me deixa intranquilo. Nas baixas eu nem ligo muito. Dá até aquele gostinho bom de estar comprando possivelmente na baixa. 

Porém, é aquela coisa, uma hora tem que subir. Ainda bem.

No mais, aproveito para relembrar e reafirmar: 

...agora, nos cálculos dos meus rendimentos mensais, estou tratando os FII's e seus rendimentos como ações e seus dividendos, incluindo-os nas contas da planilha

Por incrível que pareça, creio que nos próximos, sei lá, três anos, ou mesmo no longuíssimo prazo, a bolsa e as ações devem vencer os FII. Entretanto, além de podermos ter anos quase igualmente bons para os fundos, estou mais preocupado agora em correr riscos um pouco menores. Tanto que futuramente, se tudo der certo, pretendo começar a migrar gradualmente um terço ou mais da grana pro Tesouro Selic. 

Como deu pra entender, o plano é se tornar gradualmente conservador. Principalmente se avaliar que o ciclo de alta, que vivemos desde 2016, já está muito longo, o que é sempre difícil de medir. Costumam durar não mais que uns sete anos no Brasil, mas o futuro não precisa necessariamente repetir o passado. Fosse assim tão simples, todo mundo saberia a hora de sair e estaria rico. Tem esses, mas tem também os que se quebraram tentando ou perderam grandes oportunidades. 

Números do mês:

"Ibov" subiu 4,06%

Tenho hoje - 462.936,76 (carteira) + 36.161,87 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = R$ 499.098,63. Isso menos R$ 700,00 de IR (vou pagar nos próximos dias. Já era pra ter feito) = 498.398,63. Total de R$ 345.000,00 aportado desde que entrei. Significa que estou com 153.398,63 a mais que o total aportado. Mês passado era 135.595,96 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 17.802,67. Alta de 3,70%. Num mês de alta de 4,06%... Desempenho ótimo!

Após as "criptoquedas", tenho hoje R$ 32.800,00 na "carteira digital". Dá até medo. Cerca de 6% do patrimônio total. Como é algo muito volátil, é uma posição perigosa. Aporte total de 28,5 mil reais aqui. Voltei a ver lucro. Que continue subindo. Ou pelo menos não caia muito!

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 7.800,00 em renda fixa. 

Meu patrimônio total hoje é cerca de 539 mil reais. Se a bolsa não desabar nos próximos anos, nada mal. Total aportado em tudo? Uns 374 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações).

A bolsa "fechou" aos 100.967 pontos. Uns 79,4% a mais do que estava na minha estréia, sete anos atrás. A inflação acumulada é de 41,66%. E a poupança daria besteirinha a mais.  

Por falta de saco em usar a TIR, eu calculo minha rentabilidade histórica somando as rentabilidades de cada mês, o que dá 77,5%. Isso porque os aportes periódicos distorcem a coisa. Basta imaginar o que aconteceria com a rentabilidade histórica se eu aportasse "um milhão" mês que vem, por exemplo. 






A.