Continuo com sorte. Vários meses bons. Mesmo com a desvalorização enorme do dólar frente ao real, ganhei aqui e um pouco lá fora, em reais, com o bom ambiente das bolsas.
Inclusive, para minha surpresa, cheguei aos 2 milhões de reais. Mesmo sem contar os 150.000 que posso acessar no médio prazo. Mais de 80% disso está acessível na verdade. Seria pouco mais de 2,1 milhões então.
Único lado ruim é estar de fora da festa da bolsa brasileira. Colhi frutos disso algumas vezes, como em 2016 a 2020, quando estive quase 100% nela em quase todo tempo. Hoje? Pouco menos de 25%. De toda forma, continuo convicto de que minha estratégia de diversificação total é a melhor no longuíssimo prazo. E tem sido uma paz bem legal. Lamentos desse tipo ocorrerão quando a gente opta pelo conservadorismo financeiro.
Nos gastos pessoais, previ suportar alguns meses de déficit após a black friday, em razão de grandes estoques. E ele teve grande queda agora. Uns 350 reais acima do teto autoimposto. Mês passado o prejuízo foi mil reais maior que isso. Próximos meses já quero que sejam de superávit a fim de recompor a reserva de compras de médio/longo prazo.
No mais... Continuo tranquilo e sem mudanças drásticas pela frente. (...) Cenário eleitoral? Muito aberto. Tudo pode acontecer. Não vou especular com isso.
Números do mês na corretora nacional principal:
"Ibov" subiu este mês 12,97%! Uns 181.364 pontos. Quem diria...
Tenho hoje agora: R$ 938.118 (estou excluindo HASH11). Alta de 5,63% em relação ao mês anterior nessa minha parcela BR, na qual só não incluo a renda fixa que está em outras contas/corretoras.
Resto do patrimônio nacional:
Restante da renda fixa nacional soma R$ 167.489 (161.701 + 3.848 + 1.940).
Total do patrimônio nacional: R$ 1.105.607.
Criptoativos:
Tenho hoje R$ 27.637 na carteira digital, que agora é tudo simplesmente HASH11. Tornou-se quase 1,5% da carteira. Tem origem nas compras de julho de 2017 a janeiro de 2018.
Números do patrimônio internacional:
- IBKR: Total de $ 166.570 o que, convertendo o dólar aos atuais R$ 5,26, daria R$ 876.158.
Patrimônio internacional total do mês anterior era: $ 157.814 ou aproximadamente R$ 864.820. Em dólar, uns 5% de alta ou algo assim. Acho que até mais. Em reais, alta de 1,31%, em razão da desvalorização do dólar.
Juntando patrimônio nacional, internacional e criptoativos, meu poder de compra total em moeda nacional é atualmente cerca de R$ 2.009.402. Alta de 3,07% no mês. Total aportado em tudo? Uns 907,9 mil (poupança, renda fixa, moeda, ações) ou menos. Creio que é menos e que contei uns 12 mil errado aí, quando controlava mal a renda fixa.
Não conto aqui dinheiro que "emprestei" a outras pessoas ou somas, mesmo relevantes, que pretendo gastar nos próximos meses (reserva de gastos necessários). Do contrário, teria uns 150 mil a mais de patrimônio. Alguma parte - 25 mil talvez - pode ser que eu nem receba, pois dei alguns anos pra pessoa, de boa índole, é verdade, me pagar. Estou tentado a incorporar ao meu total investido/congelado, já que não venho gastando.
Com o valor que expliquei acima é que eu estaria com R$ 2.150.000. De toda maneira, já tenho um bom colchão pra quem não tem qualquer pretensão de gastar com nada especial e tem mais ou menos a vida material que quer.
Valorização histórica:
Segundo a planilha de todos os investimentos, a valorização histórica da cota geral é de quase 344%, o que é bom para treze anos e meio de investimento. IPCA bateu uns 113% desde então. Rendimento real líquido acima de 5% ao ano, acima da minha talvez otimista meta de 4% ao ano. Porém, ainda tenho alguns pequenos lucros a realizar, especialmente nas posições gringas. No mais, agradeço às criptos por 2017 e 2021.
Nenhum comentário:
Postar um comentário