sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Avaliação de Agosto



Avaliação Final de Agosto


Que sacanagem. Deve ter sido o único mês do ano em que venci o Ibovespa, graças a um monte de alta de 4 e 5% que teve hoje nas minhas ações (apesar do índice só ter subido 1,65%). 


Mesmo assim, nesta minha alegria há uma queixa: foi por muito pouco! Aliás, há duas: que otimismo todo é esse?!

O mercado nem quis saber da "recessão técnica". Onda "Marina" atropelando tudo. Que confiança é essa?

Ponto 1 - A vitória de Marina, pra mim, ainda é uma incógnita. Desemprego em 5%; ausências de arrochos, por enquanto; aliança com o PMDB... Tudo isso ainda pode virar o jogo a favor de Dilma agora que a candidata do PSB certamente passará a ser atacada. Ou não, claro. 

Aécio é que está numa situação complicadíssima. Por incrível que pareça, foi o grupo que mais perdeu com a morte de Campos. PT dificilmente baixa dos 33% no 1º turno. É meio que um índice histórico. Não sei de quem ele vai tirar voto. A distância pra Marina ficou muito grande.

Ponto 2 - O governo Marina é um mistério maior ainda. Bancos disparando. Será a presença de Neca Setúbal, Gianetti e Lara Resende? Serão mesmo os intermediários do mercado? Até que ponto Marina aceitará tudo que colocarem? Em que a possível presidenta se diferenciará de Dilma? De concreto, sai muito pouca coisa da sua boca. Seria mera estratégia eleitoral o "encimadomurismo" quanto aos temas delicados da economia? Descobriram que ela vai nomear Armínio Fraga pra dar um choque de confiabilidade? 

Como as sardinhas nunca têm um décimo das informações dos grandes "players", fica a impressão de que eles já sabem algumas dessas respostas. Que já há pactos ocultos. Que há medidas impopulares escondidas. Só isso poderia explicar toda essa euforia.

Vamos para outro cenário. Supondo que ainda não há essas respostas, só haverá mais duas explicações possíveis.

A - A de que é uma grande irracionalidade do mercado, o que implicaria alta correção futura se Dilma vier a ganhar e/ou Marina der mostras de que não vai seguir o que o mercado dela espera.

B - A de que é uma oscilação normal em torno da margem de incerteza pós-2008, que fica em torno de 52 ou 53k, caindo para 44k nos piores momentos e subindo a quase 65k nos melhores (marca de março de 2012).

A resposta que eu mais gostaria de ouvir é a de que o cenário anterior é que era muito "exageradamente pessimista". Porém, não sei se é a resposta correta. O que apoia essa tese é o fato de que hoje - mesmo com 60k - ainda somos uns 40% do topo de 2007, se corrigirmos a inflação. Será mesmo que o país não tem jeito, pra cair tanto assim?

Enfim, é renda variável. Varia. Quase sempre de forma impressionante mesmo. Ainda mais no Brasil.

Fico na torcida pra um dia pegar uma onda de uns quatro-cinco anos de altas. Tipo o que teve de 2003 pra 2007. Talvez fosse o suficiente para mover boa parte da grana pra uma renda fixa razoável.

"EZTC3", vulgo "10% da minha carteira", depois de apanhar no ano inteiro, resolveu ignorar a tal crise do setor e acompanhar o "Ibov" este mês. Graças a disparada dessa última semana. É consistente? Não parece, mas nada venderei. Como a alta de Marina a ajuda? Não sei. Só se for indiretamente.

"PETR4" disparou. Absurdos 22,5% no mês. Marina deve ter um campo de pré-sal escondido. Fala mais de "energias renováveis" que qualquer coisa. Em tese, não seria a candidata a salvar a "Petro". Soube que deu indício de que vai ao menos reajustar preço. Será? Enfim, deixa pra lá, subiu? Bom pra mim. 

Continuo sem tempo para reformas bimensais ou trimensais na carteira. E acho que não vou aportar na bolsa este mês. Fiquei muito assustado com essa subida e esses 61k. Acho que vou mandar mais uns 1.500 pro TD. Normalmente, iriam pra bolsa mesmo.


Mesmo no mês passado, eu já estava assombrado: 

"Não entendo como o "Ibov" foi bater 58k. Fosse no longo prazo, entenderia, pois não acredito que a desaceleração vá durar até 2017-18. Nenhum governo aguenta. Porém, subir 30% no curto prazo? Achei uma maluquice. Não sem motivo, já caiu um pouco."  

Disse que, mesmo assim, não ia vender. E, claro, não vendi. Se sou cauteloso pra comprar. Imagine pra vender. Mesmo com esses 61k, não vendo. Odeio tentar adivinhar topo e piso. Cada vez menos "trader".

Bem, chega de ser ranzinza. Pelo menos ganhei um pouco do "Ibov". 

Números do mês:

"Ibov" subiu 9,78% em agosto. 

Tenho hoje - 67.157,07 (carteira) + 505,53 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 67.662,60. Total de R$ 60.124,41 aportado desde que entrei. Significa que estou com 7.538,19 a mais que o total aportado. Mês passado era 1.385,49 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 6.152,70. Alta de 10,00%. Num mês de alta de 9,78%... Resultado bonzinho e só.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 9.000,00 em renda fixa.

É legal ver o dinheiro crescer tanto assim em termos absolutos, mas uma análise calma mostra que ainda não está valendo a pena.

A bolsa fechou aos 61.288 pontos. É aproximadamente 8,8% maior em relação ao que estava na minha estréia, dois anos e pouquinho atrás. Por enquanto, "Ibov" 8,8%, minha carteira, 12,54%. Fraco resultado já que a inflação acumulada é de uns 13,5%. E a poupança daria uns 13-17%. (e o "Ibov" sofreu mais de um ano com a OGXP3)

Obs.: quem vendeu em maio e foi embora se deu muito mal este ano.

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A.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Avaliação de Julho



Avaliação Final de Julho


Mês ótimo para o "Ibov" e péssimo pra mim, que "performei" quase 4,5% abaixo do índice. 


Disparado o pior mês que já tive na bolsa. "EZTC3"; "CIEL3" e outros antigos motivos de felicidade tão puxando o freio totalmente.

Não posso estudar se os problemas já foram precificados. Espero que sim. Sem tempo para reformas bimensais ou trimensais na carteira. Ainda mais quando se é investidor de longo prazo.

Aportei 500,00. A novidade na carteira é a "KROT3". Muito tempo que eu queria aportar no setor de educação. Sempre achando que está "caro". Velho erro.

Não entendo como o "Ibov" foi bater 58k. Fosse no longo prazo, entenderia, pois não acredito que a desaceleração vá durar até 2017-18. Nenhum governo aguenta. Porém, subir 30% no curto prazo? Achei uma maluquice. Não sem motivo, já caiu um pouco. Ainda não vejo Dilma perdendo. 

Por que não vendi? Conservadorismo. Há muito tempo que estou cada vez menos "trader".  Nem fui analisar a possibilidade dessa vez. Foi apenas sentimento. Não sei se fiz isso por convicção; por necessidade de focar em alguns estudos (que deram certo) ou se pelos dois.

Números do mês:

"Ibov" subiu 5% em julho. 

Tenho hoje - 61.203,24 (carteira) + 182,25 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 61.385,49. Total de R$ 60.000 aportado desde que entrei. Significa que estou com 1.385,49 a mais que o total aportado. Mês passado era 1.000,35 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 385,14. Alta de 0,63%. Num mês de alta de 5%... Resultado ridículo.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 7.000,00 em renda fixa.

Voltando ao mês, a bolsa fechou aos 55.829 pontos. É aproximadamente 1% negativo em relação ao que estava na minha estréia, dois anos e pouquinho atrás. Por enquanto, "Ibov" -1%, minha carteira, 2,31%. Mal resultado já que a inflação acumulada é de uns 13%. E a poupança daria uns 13-17%. (e o "Ibov" sofreu mais de um ano com a OGXP3)

Bom, disciplina. Não vai cair por mais dez anos, acho.

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A.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Avaliação de Junho



Avaliação Final de Junho


Mês bom para o "Ibov" e mais um ruim pra mim, que "performei" quase 1,5% abaixo do índice.  Já virou uma "média". 


A "EZTC3", que foi a principal responsável pela derrubada da minha carteira mês passado, neste mês continuou fraquinha. Outros ótimos papéis também andam patinando. Porém, como não consigo ver grandes problemas nos fundamentos, continuarei teimoso.

Aportei 1.500,00. Especialmente em "EZTC3".

Números do mês:

"Ibov" subiu 3,76% em junho. 

Tenho hoje - 60.208,22 (carteira) + 292,13 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 60.500,35. Total de R$ 59.500 aportado desde que entrei. Significa que estou com 1.000,35 a mais que o total aportado. Mês passado era 431,92 a menos que aportei. Dá pra ver que ganhei 1.432,27. Alta de 2,42%. Num mês de alta de 3,76%... Resultado ruim.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 7.000,00 em renda fixa.

Voltando ao mês, a bolsa fechou aos 53.168 pontos. É mais de 5,5% negativo em relação ao que estava na minha estréia, dois anos atrás. Por enquanto, "Ibov" -5%, minha carteira, 1,68%. Mal resultado já que a inflação acumulada é de uns 12%. E a poupança daria uns 12-16%. (e o "Ibov" sofreu mais de um ano com a OGXP3)

Bom, disciplina. Não vai cair por mais dez anos, acho.

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A.

terça-feira, 3 de junho de 2014

1ª Operação de Junho

São os aportes do mês:

Ordem executada
Tipo de operação:
Compra
Ativo:
EZTC3F
Data/Hora:
03/06/2014 11:18:33
Quantidade Ofertada:
52
Quantidade Executada:
52
Preço Ofertado:
R$ 22,78
Preço Executado:
R$ 22,78

Ordem executada
Tipo de operação:
Compra
Ativo:
CGRA4F
Data/Hora:
03/06/2014 11:17:43
Quantidade Ofertada:
30
Quantidade Executada:
30
Preço Ofertado:
R$ 17,57
Preço Executado:
R$ 17,57

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Avaliação de Maio



Avaliação Final de Maio


Mês ruim para o "Ibov" e péssimo pra mim. Dos meus últimos, sei lá, doze resultados, uns nove foram ruins. Felizmente isso se deu num contexto em que outros aspectos da vida, mais importantes que a bolsa inclusive, têm melhorado e muito. Ajuda a "chorar" menos, digamos. Falar a verdade, acabo nem ligando muito.


A principal razão para tanto é que não consigo deixar de achar que algumas quedas são exageradas e serão revertidas nos próximos meses ou anos. Será mesmo que um papel tão bom como "EZTC3" (principal responsável pela derrubada da minha carteira este mês), ou mesmo a "GRND3", não vão passar pelo cenário ruim e voltar a crescer? Conjunturas ruins não são pra sempre.

Enfim, segundo mês seguido em que perco em mais de 1,5% pro "Ibov". 

Aportei de novo, este mês, no Tesouro Direto. NTN-B. Acho, porém, que voltarei a aportar na bolsa. Talvez "EZTC3". Se cair mais, pelos mesmos motivos já conhecidos, não conseguirei resistir.

Números do mês:

"Ibov" caiu 0,75% em maio. 

Tenho hoje - 57.259,94 (carteira) + 308,14 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 57.568,08. Total de R$ 58.000 aportado desde que entrei. Significa que estou com 431,92 a menos que o total aportado. Mês passado era 1.058,70 a mais que aportei. Dá pra ver que perdi 1.490,62. Baixa de 2,52%. Num mês de baixa de 0,75%... Resultado ruim.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 6.000,00 em renda fixa.

Voltando ao mês, a bolsa fechou aos 51.239 pontos. É mais de 8,5% negativo em relação ao que estava na minha estréia, vinte e três meses atrás. Por enquanto, "Ibov" -8,5%, minha carteira, -0,74%. Mal resultado já que a inflação acumulada é de uns 11%. E a poupança daria uns 11-16%. (e o "Ibov" sofreu mais de um ano com a OGXP3)

Bom, disciplina. Não vai cair por mais dez anos, acho.

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A.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Avaliação Final de Abril



Avaliação Final de Abril


Mês de razoável alta. Não pra mim, infelizmente. Continuo achando exagerada essa euforia dos mercados com a queda de Dilma. Se tiver a ver com algum retorno dos estrangeiros por outro motivo qualquer (externo), menos estranho. 


Fato é que não venderei nada por considerar arriscado, já que sempre tenho a sensação de que há um pessimismo acentuado com a situação atual que contrasta com o otimismo desvairado da situação anterior (2007-2009). Enfim, não vendo pelos mesmos motivos que eu trouxe em detalhes na avaliação anterior.

Não gostei nada do meu desempenho este mês. Perdi 1,5% pro "Ibov". (Pior que já iniciei este mês de maio perdendo mais feio ainda, vamos ver como termina).

Pela primeira vez comprei NTN-B e acho que vou comprar mais este mês. É o plano "leve diversificação".

Sobre o mês, alguns bons papéis caíram da mesma forma que subiram (inverti o que falei na avaliação passada): sem muita explicação.

Como já disse mês passado, não vou mudar a carteira. Mesmo com este resultado ruim.

Números do mês:

"Ibov" subiu 2,40% em abril. 

Tenho hoje - 58.297,44 (carteira) + 761,26 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 59.058,70. Total de R$ 58.000 aportado desde que entrei. Significa que estou com 1.058,70 a mais que o total aportado. Mês passado era 574,30 a mais que aportei. Dá pra ver que ganhei 484,40. Alta de 0,83%. Num mês de alta de 2,40%... Resultado ruim.

Não vou contar o rendimento do dinheiro guardado em renda fixa, pois meu objetivo é avaliar meu crescimento em renda variável. Tenho cerca de R$ 3.500,00 em renda fixa.

Voltando ao mês, a bolsa fechou aos 51.626 pontos. É cerca de 8,3% negativo em relação ao que estava na minha estréia, vinte e dois meses atrás. Por enquanto, "Ibov" -8,3%, minha carteira, 1,83%. Mal resultado já que a inflação acumulada é de uns 10,5%. E a poupança daria uns 11-16%. 

Bom, disciplina. Não vai cair por mais dez anos, acho.

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A.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Investimento Novo - TD

NTN-B.

Pretendia iniciar essa frente - da renda fixa - apenas quando tivesse mais de 200 ou 300 mil, mas achei inflação + 6,25% muito atrativo.

Comprei 1,0 NTN-B Principal por 1.771 reais.

Foi o aporte do mês. Acho até que anunciei que faria isso na avaliação do mês de março.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Avaliação Final de Março



Avaliação Final de Março


Eu devia estar contente porque a bolsa subiu 7% após quatro ou cinco meses seguidos de queda e meu "colchão" ficou menos murcho, deixando-me menos suscetível a reformulações desesperadas na carteira que às vezes só enriquecem a corretora, mas a verdade é que estou um pouco decepcionado e um tanto quanto desconfiado.

Quando entrei nessa coisa de bolsa era achando que ela poderia bater 69k logo logo. Até vi em 63k, mas, como quase todo mundo na época, achei que rompia 63. (Engraçado mesmo é lembrar dos 200k que Ricardo Amorim previu pra 2015). Ou seja, peguei um ralizinho de alta, mas o que eu peguei mesmo foi um razoável rali de baixa (56 a 44k). Entrei em 56k achando que estava baixo (vinha de uma queda de 3 meses, a qual havia começado nos 69k!) e agora comemoro um 50k sem ver como o "Ibov" poderá subir muito além disso.

E é aqui que queria chegar. Se essa subida de mais de 10% (se pensarmos no fundo aos 45k) for mesmo causada quase que exclusivamente pela queda da popularidade de Dilma, ... é muita oscilação pra um fator só. Para passarmos os 50k dependeremos então de seguidas quedas de Dilma? Num país com desemprego em 5% e certo crescimento - ainda que pequeno - do salário mínimo e da renda, acho bem difícil a popularidade da presidenta continuar caindo. Creio que boa parte da população está fechada com ela. (Obs: não estou defendendo o governo e nem pretendo votar)

Se eu tivesse certeza de que a esperança do mercado é unicamente essa, venderia tudo em junho - a popularidade deverá ser ainda mais afetada pelos protestos na Copa - e compraria em outubro após a provável derrota de Aécio.

Ainda acho que essa queda nossa em relação aos 72k (na realidade, uns 100k, se tirarmos a inflação) de 2007-2008 é exagerada, mas o mercado é quem é soberano. Ele não acha. A subida teve a ver com Dilma simplesmente, ao que todos dizem e entendi.

Não gostei tanto assim do meu desempenho este mês. Foi quase igual ao do "Ibov". Como cai mais do que o índice em 2014, esperava uma recuperação maior.

Vou vender? Não. Manterei a estratégia. Analisando historicamente o índice e combinando essa análise à minha perspectiva de longo prazo para o Brasil, acho 50k um patamar pessimista. E, há um bom tempo, decidi ser cada vez menos "trader", ou seja, não tentar me aproveitar de oscilações de curto e médio prazo. Vou ver se consigo. Neste momento, meu lado "trader" me manda vender (ou esperar junho e vender). Meu lado "holder" me manda ficar quieto e aguardar, pois ninguém nunca acerta quando começa a recuperação de verdade. Aquele momento no qual todo mundo sonha em estar 100% comprado.

Um grande medo? O da crise voltar com tudo lá no norte e nos afundar ainda mais. Nunca consegui acreditar nessa "recuperação".

Pra este mês, acho que não vou resistir a comprar umas NTN-B ou algum papel do tesouro; estão muito atrativos. Diversificar um pouco. Talvez o aporte do mês. Vou pesquisar se minha atual corretora é boa pra isso ou se terei que contratar com uma a mais.

Sobre o mês, os bons papéis subiram da mesma forma que caíram; sem muita explicação. Ex: "EZTC3". Teve resultado bom, ok. E desde quando alguém espera resultado ruim da "EZTC3"? Apostavam na queda? Oscilação de curto prazo é sempre complicado de entender.

Continuo não conseguindo pensar em grandes mudanças na carteira. Sempre que analiso os papéis um a um, chego a conclusão de que a maioria absoluta deles são bons e visam longo prazo.

Números do mês:

"Ibov" subiu 7,05% em março. 

Tenho hoje - 58.399,64 (carteira) + 174,66 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 58.574,30. Aportei 1.500,00. Total de R$ 58.000 aportado desde que entrei. Significa que estou com 574,30 a mais que o total aportado. Mês passado era 3.420,11 a menos que aportei. Dá pra ver que ganhei 3.994,41. Alta de 7,32%. Num mês de alta de 7,05%... Resultado razoável.

Voltando ao mês, a bolsa fechou aos 50.414 pontos. É cerca de 10,5% negativo em relação ao que estava na minha estréia, vinte e um meses atrás. Por enquanto, "Ibov" -10,5%, minha carteira, 0,99%. Mal resultado já que a inflação acumulada é de uns 10,5%. E a poupança daria uns 11-16%. 

Bom, disciplina. Não vai cair por mais dez anos, acho.

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A.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Avaliação Final de Fevereiro



Avaliação Final de Fevereiro


"Pegando o gancho da avaliação passada, continuo lamentando - agora mais - não ter dado vazão aos sentimentos "trades" da minha avaliação de outubro, a do "Toda essa alta seguida me preocupa um pouco". 

Meu mantra, relacionado a outubro de 2013 parece que não tem mesmo fim. Continuamos em queda livre.

Quatro meses seguidos de desempenhos ruins da minha parte. Quando eu digo ruim é perdendo pro "Ibov". Desde que a OGXP3 foi embora, ficou mais difícil. Pior que acho que só vou ter tempo de revisar a carteira lá pra maio. Pelo menos esses últimos quatro meses foram de várias conquistas pessoais. Sorte (mais ou menos) na vida; "azar" na bolsa. Toda forma, talvez faça umas mudanças rápidas.

Perguntei se tinha como ficar pior em 2014. Ele me respondeu: claro que tem!

Como disse, estou sem tempo pra pesquisar, porém, continuo sem entender porque alguns bons papéis têm apanhado tanto, relativamente a outros não tão bons ou até ruins.

De toda forma, mesmo que tivesse tempo, não sei se mudaria muita coisa não... Pra quem acredita em momentos irracionais do mercado, podem ser as famosas "promoções". Só sei que devo comprar mais "EZTC3", "UGPA3" e demais papéis que estão pedindo.

Por um lado, adoro fazer esses aportes volumosos em período de baixa. Fico sonhando que será um daqueles momentos mágicos que todo investidor de longo prazo sonha em pegar: "fundo da década" ou "fundo do ano", ao menos. Nada garante que voltaremos em breve ao teto de 2007 ou 2008, mas qualquer coisa perto disso já representará um lucro fantástico.

Quando penso em mudança, é mais de carteira mesmo. Não vejo o método como ruim. A maioria absoluta dos papéis são bons e visam longo prazo.

Números que me atormentaram:

"Ibov" desceu 1,14% em fevereiro. 

Tenho hoje - 52.976,55 (carteira) + 103,34 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 53.079,89. Aportei 2.500,00. Total de R$ 56.500 aportado desde que entrei. Significa que estou com 3.420,11 a menos que o total aportado. Mês passado era "só" 2.187,44 a menos que aportei. Dá pra ver que perdi 1.232,67. Baixa de 2,27%. Num mês de baixa de 1,14%... Resultado ruim.

Voltando ao mês, a bolsa fechou aos 47.094 pontos. É cerca de 16% negativo em relação ao que estava na minha estréia, vinte meses atrás. Por enquanto, "Ibov" -16,3%, minha carteira, -6,05%. Mal resultado já que a inflação acumulada é de uns 10%. E a poupança daria uns 10-15%. 

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A.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

1ª Operação de Fevereiro

Serão as únicas. Aportes.


                                              Ordem executada
Tipo de operação:
Compra
Ativo:
BBAS3F
Data/Hora:
13/02/2014 13:09:04
Quantidade Ofertada:
30
Quantidade Executada:
30
Preço Ofertado:
R$ 20,68
Preço Executado:
R$ 20,68

                                              Ordem executada
Tipo de operação:
Compra
Ativo:
BEMA3F
Data/Hora:
13/02/2014 13:04:23
Quantidade Ofertada:
70
Quantidade Executada:
70
Preço Ofertado:
R$ 8,04
Preço Executado:
R$ 8,04

                                              Ordem executada
Tipo de operação:
Compra
Ativo:
CMIG4F
Data/Hora:
13/02/2014 13:01:51
Quantidade Ofertada:
99
Quantidade Executada:
73
Preço Ofertado:
R$ 13,46
Preço Executado:
R$ 13,46


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Avaliação Final de Janeiro



Avaliação Final de Janeiro


Nunca estive tão mal em quase dois anos de bolsa. Esse negócio de renda variável variar é fogo!

Deixei a seguinte pergunta na última avaliação: "A questão pra 2014 é: tem como piorar? Ter, tem, mas vai? É fundo ou não é?"

Janeiro mostrou que tem e muito. E dessa vez? Piora ainda mais? É exagero? A verdade é que, se pensarmos na inflação, esses 47 mil pontos da Bolsa são quase o patamar da crise de 2008. Não que a mesma tenha que ser piso eterno, mas será que passa muito disso? Quem souber, fica rico.

Meus bons papéis continuam tomando porrada. Quem já foram "MDIA3", "GRND3", "BBAS3" etc. Davam tanta alegria.

No mais, sempre gosto de ler o que escrevi nos meses passados. Isto aqui já virou meu mantra de lamentação (segue a do mês passado):

"Pegando o gancho da avaliação passada, continuo lamentando - agora mais - não ter dado vazão aos sentimentos "trades" da minha avaliação de outubro, a do "Toda essa alta seguida me preocupa um pouco". 

Aportei tudo que não havia aportado nos últimos dois meses. Mandei 4 mil reais pra Bolsa ao vê-la começar o mês caindo 2, 3%. Coitado de mim, pensei que era piso mensal. É assim mesmo. Não aguento ver quedas, vou comprando. Pior seria se tivesse comprado em novembro e dezembro.

 "PETR4" cada vez mais vergonhosa. Devia ter acabado o "trade" antes da meta mesmo.

Quanto ao método geral: vendas e mudanças de composição agora, nem pensar. Mudança de método? Na baixa? Arriscado. E não me sinto com um bom palpite para os próximos meses. Tenho que ter mais tempo pra pesquisar a situação dos setores.

Certo é que vou manter o sangue frio e continuar aportando os excedentes mensais.

Números que me atormentaram:

"Ibov" desceu 7,51% em dezembro. 

Tenho hoje - 51.774,48 (carteira) + 38,08 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 51.812,56. Não aportei este mês. Total de R$ 54.000 aportado desde que entrei. Significa que estou com 2.187,44 a menos que o total aportado. Mês passado era 2.659,78 a mais que aportei. Dá pra ver que perdi 4.704,27. Baixa de 8,55%. Num mês de baixa de 7,51%... Resultado ruim.

Voltando ao mês, a bolsa fechou aos 47.638 pontos. É cerca de 15% negativo em relação ao que estava na minha estréia, dezenove meses atrás. Por enquanto, "Ibov" -15,3%, minha carteira, -4,05%. Mal resultado já que a inflação acumulada é de uns 10%. E a poupança daria uns 10-15%. 

Print's abaixo:







A.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

2º Operação de Janeiro

Seguem os já mencionados aportes gordos:

1 - OC de 48 "EZTC3F" a 27,90.

2 - OC de 60 "GRND3F" a 18,70.

3 - OC de 55 "BBAS3F" a 23,85.

4 - OC de 24 "VALE5F" a 31,65.

Pronto. Fim das operações do mês, acho.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Avaliação Final de Dezembro



Avaliação Final de Dezembro


Deve ter sido meu pior mês dos dezoito na bolsa. Segundo mês seguido que perdi feio pro "Ibov". Agora, sem a OGXP3, ele ficou mais competitivo. Pelo menos vi alguns bons investidores perdendo também, mas não foi uma regra.

Por algum motivo que infelizmente não estou podendo acompanhar, alguns bons papéis como "EZTC3" estão decepcionando e me puxando pra baixo. Teve a denúncia de corrupção das imobiliárias em SP e notícias sobre a crise imobiliária, por exemplo. De qualquer forma, "operar notícias" é um risco enorme. Tomara que seja uma daquelas baixas que antecedem bons períodos de recuperação, pois acho que vou até aproveitar pra aumentar posição. farei uma pesquisa rápida antes.

Pegando o gancho da avaliação passada, continuo lamentando - agora mais - não ter dado vazão aos sentimentos "trades" da minha avaliação de outubro, a do "Toda essa alta seguida me preocupa um pouco". Contudo, repito a avaliação de novembro: "... dessa vez, deu errado, mas uma hora isso deve funcionar". Acho.

Foi mais um mês sem aportes e sem movimentações na carteira. Em fevereiro ou março, devo revisar alguma coisa na composição. 

Reclamei mês passado que "PETR4" voltou a ser a de sempre. Caindo, caindo... Mal sabia que cairia mais ainda.

Detalhe é que janeiro já começou mal pra mim. Alguns papéis que vem caindo mais que o índice desde novembro continuam mantendo o péssimo desempenho. Mais um mês abaixo do "Ibov" e posso pensar em mudar, de leve, o método. Só não vale vender fundo.

Certo, porém, é que quero aproveitar essa casa dos 50k, que pode ser vista como um ótimo momento de compra daqui a alguns anos. (Ou não, afinal, renda variável é renda variável). Enfim, este mês deve ter um aporte gordo. Acho que uns quatro mil..

Números que me atormentaram:

"Ibov" desceu 1,86% em dezembro. 

Tenho hoje - 52.094,42 (carteira) + 565,36 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 52.659,78. Não aportei este mês. Total de R$ 50.000 aportado desde que entrei. Significa que estou com 2.659,78 a mais que o total aportado. Mês passado era 4.364,05 a mais que aportei. Dá pra ver que perdi 1.704,27. Baixa de 3,13%. Num mês de baixa de 1,86%... Resultado péssimo.

Fui mal em 2013. 1,5% negativos. Bem menos que a poupança. Motivos: a) besteiras feitas no início do ano. b) ano difícil mesmo, com exceções, claro.


Voltando ao mês, a bolsa fechou aos 51.633 pontos. É cerca de 8,3% negativo em relação ao que estava na minha estréia, dezoito meses atrás. Por enquanto, "Ibov" -8,3%, minha carteira, 5,32%. Mal resultado já que a inflação acumulada é de uns 9%. E a poupança daria uns 10-15%. Ademais, as ações "X" ajudaram muito nessa dianteira. 

Boa parte da "culpa" (no fundo, sei que é toda minha) é da economia brasileira, que fez o índice despencar 15% no ano. A questão pra 2014 é: tem como piorar? Ter, tem, mas vai? É fundo ou não é?

Print's abaixo:








A.

1ª Operação de Janeiro

Farei a avaliação do mês de dezembro hoje pela tarde.

Não tive tempo início do mês.

Essas operações abaixo já existiam.

Apenas renovei porque foram canceladas. Uma ou outra diferença nas ordens.

São as operações do grupo que eu chamo de "vendas impossíveis". Volta e meia, as renovo.

Seguem operações:

Tipo de operação:
Venda
Ativo:
CMIG4F
Preço:
R$ 36,99
Quantidade:
16
Data/Hora:
06/01/2014 12:14:27

Tipo de operação:
Venda
Ativo:
CGRA4F
Preço:
R$ 25,99
Quantidade:
99
Data/Hora:
06/01/2014 12:25:05

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Avaliação Final de Novembro



Avaliação Final de Novembro


"Ibov" devolveu o que ganhou mês passado. Será um novo ciclo de baixa?

Da minha parte, lamento não ter dado vazão aos sentimentos "trades" da minha última avaliação:

"Toda essa alta seguida me preocupa um pouco. Se eu fosse metido a "trader" maluco, faria um monte de venda agora, principalmente nas ações que subiram muito este mês. Mas como sequer tenho palpite sobre o que vai acontecer com a economia brasileira nos próximos anos, não quero correr o risco de perder uma extensão de rali inesperada. Enfim, sou conservador.

(...)

Tomara que novembro não me puna por causa disso, trazendo queda proporcional ao ganho atual."

Dessa vez, deu errado, mas uma hora isso deve funcionar. Acho.

Mês sem aportes e sem movimentações na carteira. Disciplina. Daqui a pouco, pra janeiro ou fevereiro, devo revisar alguma coisa na composição. Por enquanto, mantenho tudo, mesmo se custar algum rendimento. Pelo menos se economiza com corretagem.

"PETR4" voltou a ser a de sempre. Caindo, caindo... Arrependimento de não ter fechado o "trade" (tem uma OV histórica a 23,69. Não devia insistir nela). "BBAS3", realmente não tinha coragem de vender, pois não combina com meu estilo achar que "tá esticada". 

O cenário parece indicar que o "Ibov" não vai parar nos 50k. Muito pessimismo no ar. Contudo, não consigo fazer esse tipo de aposta muito sensitiva, ainda que leve em conta dados recentes, como o PIB mais uma vez fraco.

O desempenho da minha carteira foi detonado pela concentração em algumas ações que foram muito mal. Logo, foi um péssimo mês no qual bati o "Ibov" negativamente... Talvez por este estar, agora, livre da "OGXP3".

Números que me atormentaram:

"Ibov" desceu 3,24% em novembro. 

Tenho hoje - 53.849,52 (carteira) + 514,53 (caixa de dividendos e vendas ainda não reinvestidos) = 54.364,05. Não aportei este mês. Total de R$ 50.000 aportado desde que entrei. Significa que estou com 4.364,05 a mais que o total aportado. Mês passado era 6.301,61 a mais que aportei. Dá pra ver que perdi 1.937,56. Baixa de 3,44%. Num mês de baixa de 3,24%... Resultado ruim ou até péssimo.

No ano, estou bem fraco. Meros 1,69% em 2013. Menos que a poupança. Motivos: a) besteiras feitas no início do ano. b) ano difícil mesmo, com exceções, claro.


Voltando ao mês, a bolsa fechou aos 52.482 pontos. É cerca de 6,8% negativo em relação ao que estava na minha estréia, dezessete meses atrás. Por enquanto, "Ibov" -6,8%, minha carteira, 8,73%. Seria até bom resultado se a inflação acumulada não fosse uns 9%. Ademais, as ações "X" ajudaram muito nessa dianteira. 


Não sei se conseguirei aportar em dezembro. Acho que não. 

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A.